sábado, 7 de julho de 2012

Trens Chineses não Cabem nas Estações

A concessionária Metrô Rio e o Governo do Estado do Rio de Janeiro administram o metrô fluminense de forma amadora, incompetente e irresponsável. Parece que são adolescentes brincando de Ferrorama.

Os novos trens comprados na China, previstos para começarem a rodar em Agosto, após dois anos de atraso, já começaram a chegar no Rio. O incrível é que eles não cabem nas estações das Linhas 1, 1A e 2 do metrô. À noite, funcionários do metrô estão usando uma máquina que literalmente serra o concreto utilizado nas estações de metrô construídas nos anos 70, 80, 90, e 2000. Nos últimos dois meses foi possível perceber entulho e poeira deixados para trás. Quando os trens começarem a operar, o vão entre o trem e a plataforma será maior e o usuário poderá cair no trilho.

Outro ponto importante é que os trens chineses não têm motor em todos os vagões, como os do atual metrô do Rio. Os carros do nosso metrô são totalmente independentes entre si. Os chineses dependem exclusivamente da locomotiva.

Ou seja, a concessionária comprou trens errados com aval do estado do Rio de Janeiro.

86 comentários:

  1. Já tinha ouvido essa história, mas você tem alguma fonte com a notícia?

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  2. A imprensa oficial não divulgou isso mas há sinais no corte das plataformas em diversas estações.

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  3. Eu havia visto uma espécie de corte na plataforma da estação de Coelho Neto no mês passado, mas nao tinha entendido o pq daquilo. Agora faz todo sentido.

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  4. nada mais me impressiona nesse (des)governo do Rio e do metrô...

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    1. Quem tiver mais fotos, me mande por email por favor. Vi muitas nas redes sociais mas não estou as achando. Vi fotos de cortes em Copacabana, Estácio, etc.

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    2. Foram publicadas várias fotos sobre o assunto no facebook do Forum de Mobilidade urbana do rio de janeiro.

      Este Fórum reune diversos especialistas na matéria, todas as sextas feiras no Clube de Engenharia.

      Veja o link: http://www.facebook.com/pages/Forum-de-Mobilidade-Urbana-do-Rio-de-Janeiro/292668657448693

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    3. Obrigado! Publiquei algumas em novo post.

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    4. Oi CEU 2012, você saberia dizer que horas acontecem essas reuniões do Fórum no Clube de Engenharia? Não achei nada falando sobre isso na página no facebook.
      Obrigada

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  5. Sei que é praxe falarmos mal do Metro Rio e dos nossos governantes, mas essa é uma acusação bastante grave pra levar a sério sem qualquer tipo de fonte.

    O Metro está com várias estações em obras que, segundo eles, são para modernização - incluindo as novas linhas/estações. É natural (ou melhor, não é, mas estamos familiarizados com a incompetência alheia) que haja poeira e detritos de obra em outras estações.

    Mas, com todo o respeito do mundo e sem querer desmerecer o seu trabalho: seu site é só um blog, e não é pq está na Internet que é imediatamente verdade. Precisamos de fontes e fotos antes de acendermos as tochas e pegarmos os tridentes =)

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    1. Cada um acredita no que quiser. Talvez se a população não tivesse acreditado no Sérgio Cabral, o metrô - e o Rio - não estariam assim!

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    2. Bom, concordo com o Garu, em parte. Acredito que essa seja um acusação gravíssima e acho que o autor do blog só ganharia explicando da onde ele tirou isso, sei la, uma fonte qualquer, e aí cabe a nós analisarmos se ela seria confiável ou não.
      Mas o fato de ser um blog não tira o crédito ou desmerece o que está escrito no "artigo", ao meu ver. Já vi muita coisa boa e legítima em blogs.
      Acredito que todos gostariam de saber que dados foram utilizados para tirar tais conclusões: se o autor viu realmente marcas, se algum funcionário do mÊtro que ele conhece contou, tem contato com pessoas da secretaria de transporte...

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    3. Beckman: basta andar de metrô que vc vai ver as marcas nas plataformas.

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  6. Com todo respeito ao seu comentário, entendo o que vc está falando, mas o que é uma fonte confiável? As declarações da concessionária e do governo do Estado? As reportagens da imprensa? Acho q deveríamos ter um senso crítico mais apurado. É verdade que esse é só um blog, mas vejamos: o Globo é só um jornal, O Sérgio Cabral é só um governador (mal governador diga-se). A concessionária Metro Rio é só uma empresa e aí para e pensa, cada um fala o que lhe convém e o q vemos é um show de desmandos desses governos mandato após mandato e o sistema de locomoção urbana da cidade entregue nas mão de poucos empresários de ônibus. Então por favor!!! Senso crítico ao falar e ao votar!

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    1. E este blog fala mais a verdade que o Estado do Rio de Janeiro de hoje em dia.

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  7. "Por favor!!! Senso crítico ao falar e ao votar!"

    Um absurdo todo o nosso sistema de transporte. E enquanto isso, do outro lado, "vamos abaixar o IPI!" e dá-lhe venda de carros sem parar. Não é à toa que em dez anos o Rio de Janeiro passou de uma cidade trafegável para um grande nó. Realmente já estamos igual à São Paulo.

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  8. William Welp... seu senso crítico é apuradíssimo. seu comentário é só uma comentário

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    1. Vou continuar lutando por um metrô decente no Rio. Pelo menos enquanto eu morar aqui.

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  9. Fiz uma imagem que ilustra isso, na estação Maracanã. Sinta-se livre para usar.
    http://instagram.com/p/Lx144AQAz2/

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  10. pode nao ter sido planejado ? e o custo de cortar esse granito seja tao baixo que eles preferiram faze-lo ?

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    1. Amigo, quando se faz uma concorrência para adquirir um equipamento, elabora-se um documento chamado Termo de Referência, que descreve TODAS as características que o equipamento que se deseja comprar tenha. Se eu sei que tenho um vão de x metros para o trem, eu vou comprar um trem de x metros! E um maior vai consumir mais ferro, logo é mais caro!! Concorre e se elege quem se compromete a fazer o equipamento de acordo com o termo de referência.
      Sem contar que as estações são dimensionadas com base em estudos de demanda. O tamanho de cada uma não é chutado. Cinelândia é bem menor que Carioca não à toa, mas em nome de um estudo que, entre outras coisas, analisa a quantidade de pessoas fazendo transbordo naquela estação existirá. Até por uma questão de segurança; Se a demanda exceder a oferta, no que tange o tamanho de uma plataforma de metrô, pessoas podem cair nos trilhos.
      Definitivamente a solução adotada é PORCA, desprovida de estudos SÉRIOS, provavelmente existe um motivo para essa empresa ser preferida na hora de comprar os trens. E é papel do Ministério Público investigar isso aí.
      Abraços a todos.

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    2. William: se foi planejado, porque eles não contaram isso a ninguém?

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    3. Concordo, Flávio. O MP deveria investigar. Assim como deveria investigar o gasto de $$ público com a plataforma da Linha 2 na Carioca que jamais foi aberta ao público.

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  11. Estava lendo o post e os comentários aqui. Quase caí pra trás quando vi a foto dos blocos de granito cortados.

    Pensando bem, eu também já vi poeira de obra nas estações onde trafego. Ao contrário do que o usuário Garu comentou, poeira de obra toma conta de todo o ambiente, mas nesse caso a poeira é bem localizada, geralmente no cantos do vão onde os trens passam, o que indica que muito possivelmente a poeira é do corte do granito mesmo.

    Isso é um mega epic fail. Não sei o que pensar mais sobre isso. Estou atônito.

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  12. Eu gostaria de saber qual é o problema do trem chines ser dependente apenas da locomotiva. Que mal há nisso ? Não seria menos consumo de energia do que um metro com todos os vagões com seus motores funcionando ? Não sei, estou apenas tentando entender, mas dizer que o metro chines é pior por causa disso, sem explicar, fica estranho. É "achismo"

    Agora comprar trens que não cabem na estação e CORTAR pra caber é realmente o fim da picada.

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    1. cortar para caber não seria o fim da picada se fossem economizados milhoes com trens mais baratos. a não ser que essa diferença entrasse no bolso do querido cabral.

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    2. Gelson: problema nenhum. Mas é uma tecnologia diferente. Se houver um problema com a locomotiva, o trem vai parar. Hoje, se há um problema com a locomotiva, os vagões podem sustentar o deslocamento do trem, mesmo que em velocidade mais baixa.

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    3. Conrado: já temos o metrô mais caro do Brasil!

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    4. Miguel, os trens do metrô rio não andam sem locomotiva também. Você pode reparar que o primeiro e último vagões SEMPRE são diferentes do resto. Somente estes têm os comandos do trem.

      Quanto ao tamanho da plataforma (se for verdade) não é nada demais. É o mesmo que já falaram aí, se um trem custa 1 milhão a menos que o outro e precisamos gastar 100 mil para adaptar a plataforma, faz TODO o sentido usar esse mais barato. Quanto aos trens antigos, se for necessário, basta adaptar uma "plataforma" na porta de cada vagão para que não fique um vão muito grande.

      Por fim, pegando o gancho da sua resposta ao Conrado, não avisaram porque não importa. Perceba que o efeito do aumento do vão já está acontecendo nas estações que já foram cortadas - afinal, o vão vai ficar maior para o trem atual, e não para o novo. Eu mesmo não vi diferença nenhuma e não ouvi ninguém reclamar até agora. Você acha que o vão está maior?

      Vamos nos concentrar em reclamar das coisas que realmente têm importância, para que quando nos manifestarmos sejamos levados à sério. A questão de ter que refazer as estações General Osório e Cantagalo por exemplo, esta sim é um absurdo.

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    5. Não disse que o trem anda sem locomotiva. Disse que se houver um pequeno problema, os vagões têm motores independentes que podem seguir adiante por algum tempo, nem que seja até a próxima estação e mesmo que seja mais lentamente.

      Sinto que meu blog está incomodando os eleitores do Cabral!

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    6. oque me incomoda sao os eleitores do Cabral

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    7. Eles não se importam com a destruição da infra-estrutura do estado e da cidade.

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  13. não estou defendendo ninguem, apenas levantando hipóteses:
    e se forem muito mais baratos e eficientes que os trens atuais, justificando cortar as plataformas em prol de um beneficio maior?
    e se isso não foi planejado e no fim das contas valia a pena?

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    1. Conrado: se foi planejado, tudo bem. Mas por que não informaram ninguém?

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  14. Realmente as plataformas estão tendo cortes, mas sendo um ajuste ao tamanho dos trens, imagino que eles estejam sendo cortados, mas não sem uma medida que se adapte. Qualquer comentário sobre os cortes sem que saibamos se realmente ficará um espaço possível de cair é levantar apenas boatos, não passar uma notícia confiável. Que o governo do estado está uma porcaria, não há dúvidas, mas como ficaria quem divulga notícias dessa forma se ao final o espaço ficar correto?

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    1. Buja, o espaço ficará correto para os trens chineses. No entanto ficou a dúvida: encomendaram trens de menor largura. Isso foi um erro? Provavelmente!

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  15. Conrado e Buja, a questão é que esse tipo de situação levanta dúvidas sérias sobre a competência do governo. Se já não bastasse a imagem ruim né...

    O governo não vai simplesmente substituir todos os trens atuais pelos novos. Vão adicionar novos carros ao conjunto atual. Os novos vão ficar com um vão pequeno, seguro, mas os carros atuais (que são menores) vão criar um vão muito grande até a plataforma, ou seja, um risco muito maior às pessoas. Num eventual acidente/tombo é possível que o corpo de pessoas mais magras, pequenas, ou crianças consigam passar por esse vão.

    Pode-se argumentar que um hipotético preço bem menor dos trens novos justificaria algo desse tipo, mas eu sinceramente duvido que isso tenha acontecido. Me parece muito mais algo não previsto, mal calculado, mal projetado, incompetência mesmo, do que qualquer outra coisa. De qualquer forma, pra mim não justificaria o risco de acidentes graves introduzido.

    No entanto, sabemos como nosso governo trata essas questões. Não duvido que tenham pago preços exorbitantes por trens baratos, para que esse dinheiro vá para o bolso de alguém. Óbvio que isso é achismo meu, mas se isso aconteceu de verdade não seria a primeira vez, certo?

    Marcio

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  16. Sobre a questão dos trens só terem motor na locomotiva, ao meu ver isso cria a possibilidade de: se a locomotiva parar perdem-se 6 carros de uma vez só. Não há reuso de carros, até pq os vagões são interligados. Mas tudo bem, não vou olhar somente para o lado negativo: perde-se em reuso de carros, mas ganha-se mais em conforto, com os carros interligados.

    Se eles consomem mais ou menos energia que os atuais, ou se os atuais consomem energia demais por terem mais motores, só alguém que conheça a fundo pode falar mesmo.

    Marcio (não sei pq meu login está ficando como Unknown)

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  17. Só não entendi uma coisa... se os trens não cabem e teoricamente estariam cortando o concreto para caberem, como poderia o vão entre o trem e plataforma ficar maior depois que os novos trens entrarem em circulação? Se não cabia antes, como ficou menor depois? Se defesa de qualquer governo ou empresa ou o que seja... já não acredito nos políticos há um bom tempo, mas me desculpe ficou confuso... se não cabia, cortar para caber... pq cortar d+?

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    1. E os carros antigos? Eles não vão parar de circular.

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  18. A Band New (Ricardo Boechat) vem falando isso desde o ano passado quando os primeiro trens chegaram e foi constatado o amadorismo dos responsáveis pelo metro rio!!!

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    1. José Neto: se vc tiver um link com a matéria seria ótimo!

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  19. O pior de tudo é que o problema é bem simples de resolver, um simples mecanismo (mecanico, eletrico, hidraulico, nao importa) que levante uma pequena aba e a trave no lugar quando o trem para, resolveria o problema em TODAS as estacoes, de trem e de metrô. Qualquer hora dessas eu acho que vou FAZER um mecanismo desses e botar no meu site (www.tabalabs.com.br) pra galera ver e, quem sabe, o metro aprovar e usar.

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    1. Boa ideia, Alexandre. Eu sou do Recife e há exatamente um ano atrás sofri acidente. Cai e minha perna ficou presa no vão entre o metrô e a estação. Eu havia pensado nessa sua ideia, de um mecanismo que fosse acionado quando o trem parasse. O metrô daqui é superlotado e você desembarca meio que pela inércia, sem ver onde está pisando. Acidentes como o meu são comuns.

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    2. Alexandre: outra opção era comprar os trens de largura correta!

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    3. Dr. Caligari, apesar da idéia ser boa, confesso que nunca a vi em metrô nenhum no mundo. Mas não deve ser difícil de fazer.

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  20. Este comentário foi removido pelo autor.

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  21. Improbidade administrativa seria o nome correto, mas em um país onde a responsabilidade não é cobrada pelo povo, a conta acaba na mão dele novamente e é compensada com uma copa do mundo.......e fica tudo certo......viva o povo brasileiro que só sabe reclamar e não sabe agir.....as urnas estão ai, novamente para ter a resposata, mas o povo é solidário com a incompetência.

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    1. A reeleição do Cabral foi muito desanimador.

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  22. Se para mim já é complicado me imaginar dando saltinhos pra sair do metrô, na hora do rush e o comum empurra empurra agora com uma cratera à frente, imagine para idosos, cadeirantes, cegos... =/

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    1. DRK, eu já não ano de metrô entre 17:00 e 19:30...é milagre ainda não ter acontecido um grave acidente.

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  23. Vou começar falando q vc se mostrou precipitado a falar que a concessionária metro rio desperdiçou dinheiro público e foi "besta" ao comprar trens que não cabem nas estações. primeiro gostaria de saber se vc tem algum tipo de conhecimento básico que seja do funcionamento dos trens...
    alguns devem saber e estes novos trens funcionam com um sistema de ligação entre vagões (gangway) sem q seja necessário portas divisórias deixando um maior espaço de circulação nos trens. Não sou especialista neste sistema mas acredito que devido as estações construidas em curva e que por este sistema o trem tenha menos flexibilidade em curvas, e mesmo assim não seriam necessários estes cortes. Os cortes devem ter sido feitos pois, o vão deveria estar muito estreito entre trem e plataforma e os trens novos e antigos possuem um sistema de amortecimento com bolsões de ar que se esvaziam ou inflam conforme o trem faz curvas ou esta muito cheio...ele faz um balanço para que em curvas muito fechadas o trem não incline demais e seja desconfortável para os passageiros e tb tem o intuito de filtrar ruídos e vibrações. Como são bolsões flexíveis controlados por computador em algumas situações podem ocorrem de o bolsão encostar na plataforma por um erro de leitura do programa...fato já ocorrido na Supervia em que o trem se encontrava parado em uma estação em curva e com a súbita entrada de vários passageiros(digo por vários, eles lotaram o trem) o sistema não conseguiu compreender a situação e inflou demais um dos lados encostando o bolsão na plataforma...algo simples de resolver por sinal só esvaziar o trem por alguns segundos e deixar o sistema se acertar.
    Falado isso volto a dizer q sua colocação foi precipitada e que sua fonte pode não ser confiável.....mas falando sério vcs acham mesmo que os caras iam comprar os trens e simplesmente tentar enfiar ele no espaço na sorte e ver se vai arriscando danificar o novo trem e depois cortar os pedaços das plataformas onde o trem encostou....isso tudo é a base de estudo...e sim o metrô esta modernizando as estações é necessário a tecnologia evoluiu as estações tem q evoluir tb eh lógico isso ou vcs acham que os caras iam continuar com a tecnologia de 1979 só pq é o que as estações comportam....
    minha fonte sou eu mesmo que trabalho pro estado e sei os problemas que as concessionárias tem....é muito fácil falar sem saber dos problemas pelos quais o metrô passa todo dia estando do lado de fora do problema..

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    1. Unknown, por tudo que o Governo Cabral fez com o metrô do Rio, nestes últimos 6 anos, eu acredito sim. Vamos lá:
      1) Construíram a Estação General Osório de maneira errada.
      2) Construíram a Linha 1A (gambiarra) em vez de concluir a Linha 2.
      3) As Linha 1, 2 e 4 se transformaram num único linhão sem nenhuma razão aparente.

      Você não acha estranho que o Governo poderia ter comprado qualquer tamanho de trem e escolheram um que se viram a serrar as estações construídas em 1979? Não é no mínimo estranho?

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    2. O camarada aí do post de 13/07/2012 09:23 exclama:

      "... vc se mostrou precipitado a falar que a concessionária metro rio desperdiçou dinheiro público ..."
      "... primeiro gostaria de saber se vc tem algum tipo de conhecimento básico que seja do funcionamento dos trens ..."

      E em seguida fala:

      "Não sou especialista neste sistema mas acredito que ..."

      Fala sério né? Agora vou continuar lendo o restante...

      ___
      Marcio

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    3. Nem um pouco contraditório. Uma coisa é ter conhecimento básico, outra é ser especialista.

      Óbvio que realemnte um monte de esteira foi feita com essas obras de linha 1A e linha 4. Isso ninguém discute, e nem ele, mas concordo plenamente com ele quando ele diz que precisamos nos modernizar.

      E se ele tem conhecimento BÁSICO pra dizer isso, poderiamos parar e pensar um pouco em vez de simplesmente achar ruim e reclamar.

      E não, eu NÃO sou eleitor do Cabral nem do Paes.

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    4. Nilo: a questão é que este governo que está aí vai fazendo as coisas sem um mínimo de planejamento. Erram na Estação Gal. Osório, erraram na compra destes trens, erraram ao fazer a Linha 1A....etc.

      Mas agora está na "midia oficial": O Dia, O Estado de São Paulo, O Globo, etc.

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  24. Não duvido que seja verdade, ainda mais se tratando de um governo marqueteiro-totalitarista como este de "propaganda nazista" do PMDB (só agente que presta e o resto é lixo). Mas esta foto é de um trem da Supervia (piso dos coreanos de 2005). Quem anda, conhece. E perto da porta está muito sujo para um trem novo em fase de testes. É importante que as pessoas que verifiquem estas gambiarras, estilo Lopes-Cabral, mandem fotos realmente.

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  25. Álvaro: há uma grande probabilidade de terem errado mesmo!

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  26. http://www.dgabc.com.br/News/5969268/metro-do-rio-de-janeiro-reforma-tuneis-e-estacoes.aspx
    reportagem falando sobre as obras do Metrô .....
    Tal reportagem mostra que as obra são resultado de uma adequação as normas internacionais para que seja feito o seguro da linha de acordo com a RioTrilhos....

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    1. Caso o vão seja maior que 10cm ou esteja em um desnível maior que 8 cm, o Metrô esta em desacordo com a norma NBR 14021, se vcs estiverem dispostos a medir o vão e relatarem esta irregularidade aconselho a vcs a registrarem uma reclamação na ouvidoria da AGETRANSP que regula as concessionárias e pode multar e entrar com ação através do MP para que a concessionária corrija os problemas.
      E agradeço ao Nilo por esclarecer a diferença entre conhecimento de especialista e conhecimento básico...acredito que muitos desconheçam tal norma da ABNT...é possível encontrar ela na google para que vocês façam uma leitura. Ela possui diversas regras nessa área de acessibilidade, falando também sobre piso tátil e acesso de deficientes dentre outros...

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    2. Pois é, agora está na "midia oficial" e não apenas num blog. O Estado de São Paulo, O Globo, O Dia,.... quem soube primeiro, leu aqui! É uma adequação das normas internacionais porque compraram os trens que balançam mais, então precisaram se adequar. Se tivessem comprado os trens certos não teriam que ajeitar as estações.

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    3. Unknown, obrigado por esta informação. Li que o MP e o TCU vão investigar estes trens chineses. E especialistas alertam: preparem para se chacoalhar ao andar nos novos trens. Nada de comer algo pesado antes de viajar de metrô no Rio de Agosto para frente!

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  27. Caro Miguel,
    quanto aos cortes nas plataformas as normas internacionais são iguais para todos os trens, inclusive os atualmente em circulação, o que quer dizer que desde a construção das estações nós estavamos fora dos padrões. Quanto ao dito problema do balanço dos novos trens, na notícia se fala sobre o gabarito dinâmico que é:
    "Aquele que não deve ser transposto pelo material
    rodante em circulação nas condições mais
    desfavoráveis admissíveis. Levando-se em conta,
    além, das condições assinaladas para o gabarito
    estático, os deslocamentos mais desfavoráveis do
    sistema de suspensão, qualquer que seja a causa
    (força centrífuga não compensada, superelevação,
    movimentos anormais e outras)." Fonte: Glossário Ferroviário - DNIT.

    Os trens são seguros a questão é que talvez em situações adversas realmente os trens antigos possam se comportar melhor
    , mas frizo que não tenho certeza disto.
    Eles também comentam o fato de que os trens novos novos não possuem tração em todos os carros, este fato os deixa muito mais eficientes energeticamente diminuindo o consumo. Eu vejo que a população só tem a ganhar com os novos carros. E se alguém acha que eu sou a favor do governo atual, não, não sou tenho até minhas considerações políticas a fazer....
    acho q caso os trens fossem nacionais estas discussões não seriam tão acalouradas...este que é outro problema ... pq os trens são chineses, coreanos, ou de qualquer outra nacionalidade....minha primeira visão era de que a nossa indústria ferroviária era fraca e não poderia suprir a demanda nacional....bom eu estava completamente errado..depois de assistir uma palestra com o presidente da ABIFER que é a associação brasileira da indústria ferroviária tive meus olhos abertos e fiquei indignado....ao ficar sabendo que a nossa indústria já vendeu mais de 100 vagões ao metrô de NY e tb já forneceu equipamento a Alemanha, França e outros grandes fica na cabeça a pergunta e pq desgraça o governo comprou da China do outro lado do mundo se podia comprar aqui na esquina.....simples o nosso governo não dá apoio a indústria nacional de forma adequada....(a não ser a de veículos que ela trata melhor do que nós cidadãos)....não existe nenhum tipo de lei que faça ser obrigatória a compra de trens nacionais como se tem nas grandes economias mundiais que valorizam sua produção interna...... Bom ai tem bastante coisa pra pensar sobre...um abraço a todos

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  28. Unknown, por que não assina seus comentários?

    1) Concordo contigo na questão da indústria nacional. Deveríamos ter feito tudo em nosso país. Por que dar dinheiro a estrangeiros? O metrô de Macaé está sendo construído no Nordeste.

    2) Quanto ao corte nas estações, este problema pegou o Metrô Rio de surpresa. Não há problema em adaptar as estações mas isso não foi previsto, fizeram as obras de supetão e tentaram escondê-las da imprensa.

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  29. Po cara eu coloquei aqui pra entra a minha conta do google mas aparentemente não tah indo não sei pq.... Meu nome é Rafael Pretto.

    Realmente foi uma falha da relações de imprensa do metrô não dar um esclarecimento sobre as obras para não gerar grandes problemas....e seria legal estabelecer essa relação com a população dando uma maior transparência.....e consequentemente ganhar a simpatia da população.

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    1. Eu acho que nada nesta administração tem transparência. Vide o fato de mudarem a Linha 4 desobedecendo à licitação dos anos 90 e a opinião de especialistas e da população.

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  30. Com relação a largura e altura de trens de passageiros, o gabarito é de L=3,15m e h= 4,28m,
    Existem atualmente no Brasil no mínimo 7 bitolas ferroviárias, que são:
    I - 1,60m Na região sudeste SP, MG, RJ e em expansão pela Valec.
    II -1,43m Ferrovia isolada Amapa-AP, e linhas 4 e 5 metro de SP.
    III-1,35m Bonde de Santos-SP turístico (Única no mundo).
    IV- 1,10m Bonde Santa Teresa-RJ turístico/passageiros.
    V - 1,00m Em praticamente todo território+bonde E.F.Corcovado-RJ e E.F. Campos do Jordão-SP turísticos.
    VI- 0,76m Ligação São João Del Rey-Tiradentes-MG turístico.
    VII-0,60m Trecho Pirapóra-Perus-SP turístico (em restauração).

    Como podemos observar, só no RJ já existem no mínimo 3 bitolas diferentes, sendo que os trens suburbanos, e metro são uniformizados em 1,6m ou seja igual as maiores cidades brasileiras, como São Paulo-SP, Río-RJ, Belo Horizonte-MG, Porto Alegre-RS, Recife-PE, Brasilia-DF, entre outras.

    Portanto fica comprovado que falta coerencia e bom senso, se construir linhas novas como a 4 do metro em bitola de 1,43m divergente da padrão, isto significará que não haverá interpenetração nas futuras estações de cruzamento, e as composições só poderam trafegar nesta linha.

    Entendo que deva haver uma uniformização em bitola de 1,6m para trens suburbanos de passageiros e metro, e um provável TMV convencional para médias distâncias até 180km/h no Brasil.

    Assim como acontece em outros segmentos industriais, a padronização de gabarito e uniformização de materiais, constitui num fator gerencial importantíssimo com relação a logística, racionalização e minimização de estoques e custos com sobressalentes, máquinas auxiliares e composições reservas entre outros.

    Tais atitudes demonstram que não se aprendeu nada com os erros do passado.

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    1. Por que mudaram o tamanho de bitola na Linha 4?

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  31. Boa tarde Miguel.

    Já falei com inúmeros especialistas do Brasil, não encontrei nenhuma explicação lógica, a exemplo do que aconteceu com a linhas Amarela e Lilás do Metro de SP, que por se tratarem de ser uma concessão a finalidade de utilizar bitolas diferentes, foi dificultar a integração, com uma possível troca de governo, foi uma decisão política, e não técnica ou custo, pois não se justifica, uma vez que num passado recente os únicos trens suburbanos existentes que utilizavam bitola métrica eram da extinta Sorocabana, foram substituídos uniformizando trens e metro em 1,6m tanto no Rio quanto em São Paulo.

    No sei no Rio quanto esta o progresso desta obra da linha 4, se é possível reverter, estou desde 07/10/2011 pesquisando, e não encontrei até hoje quem me desse uma explicação convincente.

    Complementando o comentário anterior faço as seguintes observações;
    Deveremos estar sensíveis a reivindicação da ABIFER com a desoneração de impostos e tributos (custo Brasil), a exemplo do que acontece com a industria automobilística até outubro de 2012, e a linha branca até dezembro de 2012 para que as montadoras ferroviárias que investem no Brasil possam ter um incentivo e competir com as do exterior, uma vez que os burocratas possuem uma dificuldade de assimilar que um pequeno sobre preço devem ser assumidos como uma política social, pois os valores circulam internamente no país na compra de materiais, desenvolvimento de tecnologia e geração de empregos e economias internas, em contrapartida de uma política clientelista de distribuição permanente de bolsas com “n” denominações, uma esmola que humilha o ser humano, ademais tem havido atraso na entrega das unidades para a Supervia de mais de dois anos e meio, um verdadeiro absurdo.
    Notas:
    1ªSe conforme dito pelo sr. Rafael Pretto as composições chinesas seguem as dimensões padrão, provavelmente trafegariam em São Paulo sem nenhuma intervenção.
    2ª A bitola larga permite que se utilize a largura máxima padronizada para vagão de passageiros conforme gabarito, é de 3,15 m (Composições Budd), sendo que a Supervia-RJ esta tendo que cortar parte das plataformas para se adaptar as novos trens, enquanto a CPTM-SP que já á possui para este valor, quer prolongar em ~9 cm, pois as composições recebidas como doação da Espanha além de outras que não a Budd ter que trafegar com plataformas laterais no piso em frente as portas de ambos os lados, pois são mais estreitas, criando um vão entre trem e plataforma, numa clara demonstração de falta de padronização, criando um obstáculo para o trafego de cargueiros, sem que esteja concluído o ferroanel.
    3ª Padronizar gabarito de composições assim como forma de alimentação elétrica se terceiro trilho, 750Vcc ou pantógrafo catenária 3000Vcc é tão importante quanto a bitola.
    4ª Para visualizar e comprovar através de uma planilha de comparativo de custos de materiais ferroviários de que a diferença de valores entre as bitolas de 1,43m e 1,6m é mínima, veja: http://www.marcusquintella.com.br, entre outras, isto tem uma explicação lógica, pois o que muda é somente o truque, pois o vagão, o gabarito e os demais equipamentos são exatamente os mesmos.
    5ª A padronização de materiais ferroviários, se constitui num fator importantíssimo com relação`a racionalização e logística de estoques e custos com sobressalentes, máquinas auxiliares e composições reservas.

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    1. Vou escrever um post sobre isso e denunciar esta questão. É um absurdo mesmo!

      Eles acabaram de comprar diversas composições chinesas. Será que para a Linha 4 terão que comprar mais trens? Esta nova compra, se acontecer, será paga pelo estado e não pela concessionária, que nada tem a ver com a Linha 4.

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  32. Boa noite Miguel,

    Como já é de conhecimento público, a entrega dos trens chineses estão com entrega atrasada em mais de dois anos, e este lote são apenas para as linhas existentes 1 e 2, para a linha 4 poderão estar encomendados mas não entregues, independente desta questão, a situação colocada com relação a estação General Osório, as explicações de se fazer transbordo em linhas retas é a chave deste enigma, de se tentar justificar o injusticável.
    Mas vamos ao mais importante, que é uma boa notícia, é que no atual estágio de construção, o reajuste do assentamento dos trilhos para se uniformizar a linha 4 com as existentes 1 e 2 é relativamente simples, e será bem menos custoso, que se não houver esta revisão, inclusive com a integração com a futura linha 3, já tive a oportunidade de acompanhar o trabalho para mudança de bitola de 1,0m para 1,6m com a linhas já operando (Os trabalhos eram feitos nas madrugadas), de execução bem mais complexas,trabalhosas e difíceis.
    Quando coloquei a existência de no mínimo 7 bitolas no Brasil, meu intuito era informar, de que uma vez instaladas, elas são de difícil erradicação, algumas por razões históricas, e a uniformização e unificação ser o melhor caminho para o Brasil, e seguir as tendencias mundiais, de tornar viável as inúmeras ótimas sugestões, como "O metrô que o Rio precisa" entre outras.

    "As verdadeiras convicções não se mostram, provam-se"
    - Lamartine
    "Os erros são proveitosos quando nos educam" - Antero de Figueiredo
    "É tão fácil a um homem enganar-se a si próprio, como é difícil enganar os outros sem que elês o percebam" - La Rochefoucauld

    Sds. Leoni

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  33. Isso porque o vice-governador bateu no peito dizendo que não vai comprar trens de outras empresas que tem fábricas em São Paulo com a justificativa de "não vamos dar emprego pra Paulista" e quem toma no cu é a população pelo orgulho do vice

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  34. Correto Daniel, conforme dizia aquele personagem do Chico Anísio deputado Justo Veríssimo “O povo que se exploda”.
    Prezados, a finalidade deste é a decisão de parte do governo do Rio de Janeiro de seguidas vezes optar por importar composições ferroviárias oriundas de outros países, em detrimento dos produtos elaborados no Brasil, principalmente os “importados de São Paulo”, sob a alegação de custo, não se importando com as conseqüências, como qualidade, geração de empregos ou atraso de trinta meses mesmo sendo o modelo “standard”, e não um sob medida para entrega das encomendas.
    A decisão dos governantes do Rio de Janeiro em comprar trens da China causou problemas políticos ao governo paulista, que teve que ir à Assembléia Legislativa explicar os motivos de não praticar a mesma "poupança" com o dinheiro público. Quem estava lá, ouviu as explicações do secretário dos Transportes Metropolitano. Segundo ele, como o trabalhador não paga para morar, estudar, ter saúde, etc, a parcela referente aos salários, no preço final do produto, é menor. De fato, os trens "paulistas" são mais caros, à propósito, há uma intenção, ao menos em âmbito federal que, em caso de licitação internacional, o correlato brasileiro poderá ter preço de 30% acima do estrangeiro e será considerado equivalente. Quanto ao governo paulista, está fechada questão de que compra de trens apenas da indústria nacionalizada. Isto também foi afirmado pelo mesmo secretário na Assembléia. Como se vê, medidas de protecionismo à indústria nacional (ou nacionalizada, visto que CAF, Alstom, Bombardier, Siemens... não são nacionais, assim como 100% da indústria automobilística). A indústria ferroviária nacional sucumbiu no passado - Mafersa, FNV e Cobrasma - por falta de contratos. O que o governo do Rio queria é que parte da indústria ferroviária "brasileira" (quer dizer, instalada no Brasil) tivesse unidades no Rio, e conseguiu.

    Minas Gerais carregou o Brasil e a Europa nas costas durante 150 anos, nos ciclos do ouro e diamante! Ficaram para os mineiros os buracos e a degradação ambiental!
    Depois veio o ciclo do minério de ferro, até hoje principal item da pauta de exportações brasileiras, que rendeu ao Rio de Janeiro uma das maiores indústrias siderúrgicas do Brasil, a CSN, e a sede da VALE. Curioso é que o Rio de Janeiro não produz um único grama de minério de ferro, mas recebeu a siderúrgica rendendo impostos e gerando empregos e a sede da mineradora recebendo royalties de exploração de minério. Mais uma vez Minas Gerais carregando o Brasil nas costas e, de vinte anos para cá, ajudada pelo Pará em razão das reservas de minério de ferro descobertas nesse estado. Outra vez ficam para os mineiros e paraenses os buracos e a devastação ambiental.
    No que se refere à água, quem estudou geografia sabe que Minas Gerais é a "caixa d'água do Brasil", lá nascem praticamente todos os rios responsáveis pela geração de energia hidráulica e, embora a usina de FURNAS seja em MG, a sede é no Rio.
    Causa estranheza essa posição de alguns cariocas / fluminenses, pois toda riqueza do subsolo, inclusive marítimo, pertence à UNIÃO.
    Ao contrário do ouro, do diamante e do minério de ferro que estão sob o território mineiro, as jazidas do pré-sal estão a mais de 300 quilômetros do litoral do Rio do Janeiro e nenhum estado Brasileiro, inclusive o RJ, tem recursos aplicados na pesquisa, exploração e refino de petróleo, pois todo dinheiro é da UNIÃO que é a principal acionista da PETROBRAS.
    Acho piada de mal gosto quando esses políticos fluminenses falam em "Estados produtores de petróleo" sabendo dessas características da exploração do petróleo e dos eternos benefícios que o RJ recebe agindo ainda como se fosse à capital do Brasil, tais como verbas para o metro, jogos panamericanos, olimpíadas, etc.
    É como disse certa vez um escritor, em acordo com a “Lei de Gerson”:

    “O Rio de Janeiro é um estado de frente para o mar e de costas para o Brasil".

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    1. O Rio de Janeiro é a vanguarda do Brasil e muitos - quase todos - os estados do Brasil morrem de inveja de nós.

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  35. Vagões do Metrô, Trens suburbanos e Monotrilho têm cada vez menos assentos.

    Está cada vez mais difícil viajar sentado nos trens em São Paulo e no Rio. E isso não é só por causa da crescente superlotação do sistema.

    Dados obtidos por meio da Lei de Acesso a Informação, mostram que os veículos das frotas modernizadas e as composições novas têm sido entregues com cerca de 100 assentos a menos do que os equipamentos antigos.

    Esta foi á solução encontrada pelos dirigentes para se aumentar a capacidade do sistema. Nos anos 1980 - segunda década de funcionamento das linhas da companhia, as composições da frota “C” da Linha 3-Vermelha possuíam 368 bancos. Algumas destas ainda rodam naquele ramal. No fim do decênio seguinte, os trens recém-adquiridos para a Linha 2-Verde passaram a apresentar 274 assentos, em um lote que recebeu o batismo de frota ”E”.

    Atualmente, a quantidade de vagas para os passageiros se acomodarem caiu ainda mais. Por exemplo, quem andar em um veículo da frota “K”, modernizada nos últimos três anos, terá de disputar um dos 264 lugares disponíveis. Chama a atenção o fato de que esses trens, antes de serem reformados e rebatizados, pertenciam à antiga frota “C” com 368. Ou seja, possuíam 104 assentos a mais, com os mesmos comprimentos e larguras dos vagões redefinidos, sendo que as vagas do Monotrilho Linha 15-Prata em testes, não passam de 120, a menor de todos.

    Embora o Metrô-SP, não admita oficialmente, a redução dos bancos em seus trens tem o objetivo de permitir a acomodação de um número maior de pessoas em pé, desafogando mais rápido as plataformas superlotadas das estações durante os horários de pico.

    A superlotação também é uma consequência de sucessivas obras atrasadas, projetos equivocados e prioridades invertidas, e os novos trens são produto de compra, e não de demonstração de capacidade gerencial da empresa que não seja a de comprar. Estações são reformadas, e mesmo refeitas, mas nelas nada se vê de inovador - nem na arquitetura (que já foi melhor), e nem na funcionalidade.

    CONCLUSÃO;
    “PARA O METRÔ E CPTM, MODERNIZAR E AMPLIAR CAPACIDADE SÃO SINÔNIMOS DE SUBTRAIR ASSENTOS”.
    É o que se pode deduzir pelas atitudes.

    Assim como já acontece aqui e no mundo com os ônibus e aviões, o Brasil precisa conhecer e implantar o sistema "double decker" dois andares para trens.

    ANÁLISE TÉCNICA;
    As prioridades nunca têm levado em consideração o conforto dos usuários. "O planejamento e dimensionamento deveria ser feito para atender à demanda no horário de pico, porém na prática não é isto que ocorre”.

    Proponho um sistema de Trens de dois andares com altíssima capacidade de demanda 60% maior que os atuais em apoio à Linha 11-Coral da CPTM, para aliviá-la nos horários de ponta. "Esses trens “double decker” utilizariam a mesma linha e na mesma frequência, e aumentaria o número de passageiros que viajariam sentados."

    É prioritário e fundamental para implantação das composições de dois andares até a Barra Funda, reformar e ampliar as Estações da Mooca e Água Branca, readequar a Júlio Prestes e construir a do Bom Retiro (que englobariam as seis linhas existentes além dos futuros trens regionais). Tal atitude beneficiaria “todas” as linhas metrô- ferroviárias, e descentralizaria e descongestionaria a Luz.

    Seria uma decisão sensata, racional, e correta porque falar em conforto para uns e outros irem esmagados não tem o menor sentido. Além de se evitar um risco maior, seria uma forma de aliviar este "processo crônico de superlotação”.

    IDOSOS;
    A Linha 5-Lilás, na zona sul, foi inaugurada em 2002 com trens de 272 lugares. A futura frota que será comprada para circular no ramal, que está sendo expandido para receber mais passageiros, registrará, em cada composição, 236 bancos, a menor quantidade entre todos os veículos do Metrô, com exceção do Monotrilho que tem 120.

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    1. Há poucas linhas então os trens viajam superlotados.

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