segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Estação Maracanã

Projetada nos anos 70 para ser intermodal ligando os trens ao metrô, finalmente em 02 de Julho de 2014 foi completada a obra da Estação Maracanã. Até então, o sistema de trens e metrô era independente.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Grades Na Linha 2

As estações da Linha 2 ganharam em suas extremidades grades. Este espaço era para ser utilizado por composições de 8 carros.

Desde a inauguração da Linha 1A, a Linha 2 deixou de usar 8 carros para se adaptar à Linha 1 que permite apenas trens com 6 carros.

Quando a Linha 2 voltar a ser independente, ela poderá utilizar trens de 8 carros.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Tatuzão Voltou a Operar e Parou Novamente

Sem divulgar videos ou fotos, o tatuzão voltou a operar em 10 de Novembro. Ele andou apenas um metrô dos 16 previstos por dia. Os prédios balançaram e um pequeno buraco apareceu na calçada da Rua Barão da Torre.

Após dois dias escavando, ele foi novamente desligado.

O fundo do tatuzão está mostrado na foto ao lado (crédito a Ricardo Lafayette). Ele está localizado um pouco adiante da Rua Farme de Amoedo. Segundo os engenheiros ele já escavou cerca de 85% da zona de transição de rocha para areia. Dizem que quando sair definitivamente da rocha, a obra vai acelerar.

O calendário prevê que o tatuzão chegue à Estação Nossa Senhora da Paz em Janeiro; à Estação Jardim de Alah em Maio; à Estação Antero de Quental em Agosto; e à Estação Gávea em Dezembro de 2015.

As estações mais adiantadas são as da Nossa Senhora da Paz e Jardim Oceânico, que já estão recebendo o acabamento. A Estação Jardim de Alah está atrasada e a Estação Gávea está oficialmente adiada para 2017.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Estudo para o MPRJ Sugere Obras nas Linhas 1 e 2

O Ministério Público Estadual encomendou um estudo à Ambiental Gateway para analisar o atual sistema metroviário do Rio de Janeiro, quanto aos seus aspectos físico e operacional. O parecer do documento é um suporte ao inquérito civil do MPRJ em relação as obras em curso da Linha 4. Para tal estudo foram consideradas as Linhas 1, 1A, 2 e 4 e a atual política metroviária que optou por construir a Linha 1A em vez de terminhar a Linha 2 e a de construir a Linha 4 como extensão da Linha 1.

O estudo começa ilustrando como deveria funcionar o projeto original do metrô. A Linha 1 e a Linha 2 teriam uma capacidade de transportar 72 mil passageiros por hora. 

No entanto, a capacidade metroviária de transportar passageiros caiu quando a Linha 2 foi substituída pela Linha 1A. Não foi apenas isso. O tempo de espera dos passageiros aumentou, pois na bifurcação entre as linhas, após a Estação Central, uma composição deve aguardar a seguinte para entrar na Linha 1.

A segunda parte do estudo descreve a escolha por construir a Linha 4 como extensão da Linha 1, em vez de construir a Linha 4 original e independente. A situação criada pela Linha 1A tende a piorar e vai impactar a Linha 4, que nada mais é que a Linha 1 já impactada pela junção das linhas. A concessionária Metrô Rio, que cuida apenas da operação metroviária e não da obra de futuras extensões e linhas, ainda não definiu oficialmente como funcionará o metrô uma vez que a Linha 4 for implantada. Mas fato é que a Estação Gávea terá duas estações, assim como a Estação General Osório, e que haverá uma linha ligando diretamente a Estação Antero de Quental à Estação São Conrado, sem passar pela Estação Gávea. Ou seja, teremos a Linha 4A e a Linha 4B. Aliás, já se levou em consideração o X provocado pela Estação General Osório e Estação General Osório 2.

Análise do Sistema Metroviário do Rio de Janeiro:
O único trecho do sistema metroviário do Rio de Janeiro que ainda não operará saturado nos horários de pico a partir de 2016 será o trecho entre a Estação General Osório e a Estação Central. Mesmo assim, este trecho estará operando com taxa de ocupação no limite de conforto, com tendência de agravamento nos anos seguintes, caso nada seja feito.

É possível afirmar que a Linha 4 vai ampliar a área de atendimento do sistema metroviário do Rio de Janeiro sem, no entanto, ampliar a capacidade do sistema, ou apresenta-se limitado devido às alterações do projeto original (leia-se Linha 1A).

Análise dos Projetos de Expansão do Metroviário do Rio de Janeiro:

A partir da análise mostrada no quadro ao lado, apenas três dos novo projetos metroviários considerados no PDTU ampliam a capacidade operacional do sistema de metroviário: fechamento da Linha 1, Linha 2 até a Praça XV e Linha 4 Alvorada - Praça XV, sendo que o fechamento da Linha 1 não amplia a área de atendimento do sistema, isto é, não captura nova demanda.

Depois desta análise, especialistas definiram cinco critérios para avaliação para definição da primeira versão da rede futura (2021) metropolitana. A saber: financeiro; evita sobreposição excessiva de oferta; potencial de demanda; consolidação de rede radialtransversal; e impactos sociais, ambientais e econômicos.

Dos 17 projetos selecionados para compor a Rede Futura (2021), seis são metroviários, sendo que os três prioritários coincidem com a análise anterior.

Diante de todo o exposto, verificou-se que o "fechamento da Linha 1 Uruguai-Gávea", a "Linha 2B, Estácio - Praça XV" e Linha 4B, Alvorada - Praça XV" são os projetos metroviários considerados como prioritários no PDTU e que também foram identificados na análise apresentada neste Parecer Técnico, como aqueles que podem ser adotados como medida mitigadora/compensatória dos impactos sistêmicos do início da operação da Linha 4 do metrô.

É importante ressaltar que a combinação do fechamento da Linha 1 e levar a Linha 2 até a Praça XV elimina a limitação da capacidade operacional do sistema metroviário da cidade gerada pela implantação da Linha 1A e consolidada com a implantação da Linha 4. Assim, a implantação combinada destes dois projetos permitirá que o sistema atinja novamente a capacidade operacional de 72 mil passageiros por hora.

A conclusão do trecho Uruguai-Gávea da Linha 1, isoladamente, apresenta como principal vantagem, a possibilidade de dobrar a capacidade operacional da Linha 1, desde que operada independentemente das Linhas 1A e 4, a um custo de implantação relativamente baixo se comparado ao custo de implantação dos outros projetos metroviários considerados como prioritários. Nesse contexto, a Linha 1 seria transformada em circular, permitindo que o usuário escolha o sentido que prefere seguir (norte ou sul) para alcançar qualquer estação servida pela Linha 1. Assim, a Linha 1 seria capaz de absorver a demanda adicional proveniente das Linhas 2 e 4, com transbordo na Estação Gávea (Linha 4) e na Estação Estácio (Linha 2).

, desde que reduzido o headway para 90 segundos, e conseqüentemente, aumentada a frota em operação.

A implatanção da "Linha 2B, Estácio - Praça XV", por si só, também viabiliza a ampliação da capacidade operacional do sistema e, embora amplie a área de atendimento do metrô, não deverá capturar nova demanda de forma expressiva, já que corta a área central - principal destino das viagens nos horários de pico. A implatanção desse projeto deverá permitir que mais passageiros com origem na Zona Norte acessem a área central sem necessidade de transbordo e, possivelmente com maior conforto.

A implantação da "Linha 4B, Alvorada - Praça XV", por sua vez, possibilita apenas a ampliação da capacidade operacional da Linha 4, que poderia atingir 72.000 passageiros por hora, porém não possibilita a ampliação da capacidade operacional das demais linhas do sistema metroviário (linhas 1 e 1A), que permacerão com a sua capacidade operacional limitada a 54.000 passageiros por hora no trecho compartilhado (entre as estações Central e Botafogo) e 27.000 passageiros por hora nos trechos não compartilhados.

Conclui-se, portanto, que o "fechalemtno da Linha 1, Uruguai - Gávea" e a implatançaõ da "Linha 2B, Estácio - Praça XV" são os projetos metroviários avaliados no PDTU que deverão mitigar os impactos sistêmicos gerados pela implantação das Linhas 1A e 4 e, conseqüentemente, garantir a eficiência operacional no médio e longo prazo, sendo certo que a implantação combinada desses projetos deverá potencializar e maximizar os impactos positivos de cada um isoladamente no sistema metroviário do Rio de Janeiro.

Nesse contexto, a implatançaõ da "Linha 4B, Alvorada - Praça XV" seria o terceiro projeto metroviário na ordem de prioridade, seguido pelos demais projetos indicados no PDTU para compor a Rede Básica (2021).

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Túnel Uruguai - Gávea

O urbanista grego Constantino Doxiadis foi contratado pelo Governador Carlos Lacerda nos anos 60 pare reformular as principais avenidas da cidade e os acessos à cidade do Rio de Janeiro. Seu projeto consistia de seis grandes auto-pistas chamadas de Vermelha, Azul, Marrom, Verde, Amarela e Lilás.

Mais de cinqüenta anos depois, apenas as linhas Amarela e Vermelha foram tiradas do papel - e mesmo assim somente na década de 1990.

A Linha Verde deveria ligar a Rodovia Presidente Dutra ao bairro da Gávea. Neste trajeto, ela passaria por Vila Isabel e Tijuca. Por incrível que pareça, parte da estrutura fundamental para que esta Linha Verde fosse criada foi feita: a Avenida Martin Luther King e o Túnel Noel Rosa foram construídos. A terceira obra fundamental seria exatamente a ligação entre Uruguai e Gávea pelo chamado "Túnel da Rua Uruguai".

Por que esta obra não foi feita? Algumas hipóteses são a inauguração do Túnel Rebouças ligando a Tijuca à Zona Sul já facilitaria o acesso entre as zonas norte e sul; o Governo já tinha gasto bastante dinheiro e energia com a obra do Tùnel Rebouças; e finalmente o custo que seria desapropriar imóveis de alto padrão na Gávea, Jardim Botânico e Alto da Rua Uruguai.

Em 1982, o Governo do Estado desengavetou o projeto do Túnel da Rua Uruguai mas desta vez ele seria metroviário. A Estação Uruguai original ficaria onde existia o Colégio Batista Brasileiro (hoje Universidade Cândido Mendes) e estaria ligada à Estação Praça Antero de Quental, no Leblon.

Em 1995, o metrô voltou a ser pauta do túnel da Rua Uruguai: a Câmara Comunitária da Barra defendia o projeto "Barra Metrô 2000" e a ligação com a Estação Uruguai viria da Estação Gávea.

A construção do túnel continua a ser especulada. A Estação Gávea do metrô está sendo construída para receber duas linhas de metrô. Uma delas está apontada para a Estação Uruguai, hoje construída a cerca de 800 metros de sua localização original. É possível que a partir de 2016 este túnel comece a sair do papel.



segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Começou Mal, como Prevíamos

Após matéria no O Globo "Para Cobrar de Pezão", no dia seguinte ele desmentiu diversas promessas feitas em campanha. Veja a lista no que se refere o transporte metroviário:

Linha 1: Declarou que apenas falou no projeto entre a Estação Uruguai, Estação Méier, Estação Engenhão e Estação Madureira.

Linha 2: Continua prometida mas não comentou sobre isso.

Linha 3: Só vai construir se a Presidente Dilma liberar verba federal.

Linha 4: Só vai construir o trecho Estação Jardim Oceânico - Estação Recreio dos Bandeirantes se a Prefeitura for parceira, o que já foi rechaçado pelo Prefeito Eduardo Paes.

Linha Gàvea-Carioca: Obra continua a ser a única prometida e com projeto conceitual publicado. É a prioridade do Governador.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Os Projetos de Pezão

Com 55% dos votos, Pezão (PMDB) foi reeleito Governador do Estado do Rio de Janeiro. Confira o que ele prometeu:

Linha 1: A partir da Estação Uruguai, a tripa da Linha 1 seria mais uma vez estendida com a construção da Estação Praça Sachet, Estação Grajaú, Estação Barão do Bom Retiro e Estação Méier. Trata-se de um desejo comercial da concessionária Metrô Rio que visa tirar público do sistema ferroviário. O projeto prevê ainda que a parada final seja a Estação Madureira após a Estação Engenhão. Os detalhes deste trecho não foram divulgados.

Linha 2: Talvez a obra mais fácil, rápida e barata mas é a quarta e última prioridade do Governador. Trata-se do projeto de terminar o Lote 29 com a construção da Estação Catumbi, Estação Praça da Cruz Vermelha, Estação Carioca e Estação Praça XV. A concessionária Metrô Rio passou a incentivar a obra ao longo deste ano quando todas as alternativas de melhorar o tráfego metroviário com a Linha 1A se esgotaram.

Linha 3: A obra da Linha 3 depende de verba do Governo Federal. O Governador vai conversar com a Presidente eleita para tratar do assunto. O trajeto seria o seguinte: Estação Praça Araribóia, Estação Jansen de Mello, Estação Barreto, Estação Vila Laje, Estação Paraíso, Estação Parada Quarenta, Estação Zé Garoto, Estação Mauá, Estação Antonina, Estação Nova Cidade, Estação Alcântara, Estação Jardim Catarina, Estação Guaxindiba, Estação Itambi, Estação Visconde de Itaboraí.

Linha 4: O Governador quer expandir o metrô na Zona Oeste. A idéia é levar o metrô da Estação Jardim Oceânico até a Estação Alvorada e a Estação Recreio dods Bandeirantes. Os detalhes das localizações das estações e o projeto conceitual não foram divulgados. O Governador já falou em fazer uma parceria com a Prefeitura para esta obra, projeto já descartado por Eduardo Paes que preferiu investir num corredor de ônibus BRT ligando o terminal Alvorada até a Estação Jardim Oceânico. É segunda prioridade do Pezão.

Linha Gàvea-Carioca: Agora chamada de Linha 5, será a obra prioritária do novo Governo. O projeto conceitual já foi publicado e uma licitação para o projeto detalhado está em andamento. As obras devem começar após os Jogos Olímpicos de 2016. O projeto seria Estação Gávea - Estação Jockey Club Brasileiro, Estação Jardim Botânico, Estação Humaitá, Estação Largo dos Leões, Estação Dona Marta, Estação Laranjeiras, Estação Santa Teresa e Estação Carioca.


segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Extensões da Chamada Linha 5

Ao contrário dos que muitos pensam, a Linha 4 original, chamada de Linha 5 pelo atual Governador Pezão, não vai terminar na Estação Carioca. Na verdade, apenas a primeira parte da obra vai terminar lá. O projeto da Linha 5 prevê que ela seja estendida

O projeto conceitual da Linha 5 trabalhou com duas possibilidades de conclusão, lembrando que o primeiro trecho é composto de: Estação Jockey Club Brasileiro, Estação Jardim Botânico, Estação Humaitá, Estação Largo dos Leões, Estação Dona Marta, Estação Laranjeiras, Estação Santa Teresa e Estação Carioca.

1a Possibilidade: Porto do Rio de Janeiro
O metrô passaria pelos eixos da Avenida Passos e Rua Carmerino e sua estação terminal seria no largo em frente ao Hospital dos Servidores do Estado (HSE).

2a Possibilidade: Traçado Alternativo da Linha 4 original:
Neste caso, após a Estação Santa Teresa, o metrô seguiria para a Estação Praça da Cruz Vermelha e dali para a Estação Cidade do Samba, que seria a estação terminal.

No entanto, como espera-se que se finalize a Linha 2 com a construção do trecho Estação Estácio - Estação Catumbi - Estação Praça da Cruz Vermelha - Estação Carioca - Estação Praça XV, o mais provável é que o metrô ganhe o rumo do porto carioca.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

CM para a Linha 4

O estudo conceitual do Governo Estadual para a expansão da Linha 4 entre a Estação Gávea e a Estação Carioca também previu um Centro de Manutenção na Barra da Tijuca, na Avenida Ayrton Senna.

Com a ampliação do sistema e a possível chegada do metrô até a Estação Alvorada, o Centro de Manutenção da Linha 4 desafogaria os demais centros de manutenção.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Novo CM para a Linha 2

O atual Centro de Manutenção do metrô, desenhado originalmente para atender apenas a Linha 1 mas que atende hoje às Linhas 1, 1A e 2, e futuramente à 4, tem uma capacidade máxima para abrigar 77 composições.

No entanto, no estudo conceitual do estado, que considera a compra de 22 novas composições para a Linha 4 Gávea - Carioca, o metrô fluminense passará a ter 93 composições.

Até 2022, o metrô do Rio precisará de um novo centro de manutenção para atender a Linha 2 desafogando o atual centro de manutenção. Até porque, segundo o projeto do estado, o trecho Estácio - Praça da Cruz Vermelha - Carioca - Praça XV será construído após 2020.

No estudo publicado este ano, o Centro de Manutenção da Linha 2 ficaria próximo à Estação Maria da Graça e seus trilhos atenderiam 14 composições com até oito carros, como foi planejada a Linha 2 originalmente, ou 20 composições de seis vagões.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

O X da Linha 4


Na Estação Cantagalo, já se pode ver o perigoso X da Linha 4. O cruzamento em nível permitirá que uma composição siga para a Estação General Osório e outra para a Estação General Osório II.

Já é sabido que a partir de 2016, através da Linha 1A, a Linha 2 sairá da Estação Pavuna e irá direto para a Estação General Osório.

A operação da Linha 1/4 será dividida: os trens saindo da Estação Uruguai irão para a Estação Gávea ou para a Estação Jardim Oceânico sem passar pela Estação Gávea.

As imagens foram enviadas respectivamente por Ricardo Lafayette e Licínio Machado. Ambos são membros do Movimento Linha 4 que o Rio Precisa.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

O Y da Linha 4

O túnel da Linha 4 entre a Zona Oeste e a Zona Sul está em fase de conclusão.

O túnel entre a Estação Jardim Oceânico e a Estação São Conrado já foi totalmente concluído. Ambas as estações estão semi-prontas. Neste trecho, apenas a ponte que ligará o túnel dentro do Morro do Focinho e a Estação Jardim Oceânica não está pronta. Sua construção começou em Fevereiro deste ano.

A primeira imagem mostra o túnel da Linha 4 já na Zona Sul. Ele fará uma bifurcação em Y. Os trens vindos da Estação São Conrado poderão seguir para a Estação Gávea ou diretamente para a Estação Antero de Quental, sem passar pela Estação Gávea. Este projeto é uma das maiores críticas à obra da Linha 4, pois não faz muito sentido este Y. No entanto, a concessionária pretende criar uma Linha 4A e uma Linha 4B dividindo seu fluxo de passageiros. É possível também que o túnel que não passará pela Gávea sirva como estacionamento de trens no futuro.

As obras hoje estão a 500 metros da Estação Gávea e a 1.000 metros da Estação Antero de Quental.

As obras entre a Estação General Osório e a Estação Gávea estão paradas. A Estação General Osório II está praticamente pronta. A Estação Praça Nossa Senhora da Paz, a Estação Jardim de Alah e a Estação Antero de Quental estão avançadas. A Estação Gávea é a mais atrasada de todas e não ficará pronta a tempo dos Jogos Olímpicos de 2016.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Necessária Investigação do Metrô de Macaé

Como assim uma cidade planeja, monta parte dos trilhos, parte das estações, compra duas composições e agora quer vender os trens para o estado construir o sistema de VLTs em outro município, com aprovação dos veradores locais? É preciso investigar!

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Licitação da Linha 5

Segundo informações obtidas pelo blog, em cerca de 15 dias vai ocorrer a licitação da chamada Linha 5. A Linha 5 nada mais é que um trecho da Linha 4 original e segundo o estudo conceitual terá as seguintes paradas: Estação Jockey Club Brasileiro, Estação Jardim Botânico, Estação Humaitá, Estação Largo dos Leões, Estação Dona Marta, Estação Laranjeiras, Estação Santa Teresa e Estação Carioca.

Tampouco pode-se confundir com a Linha 5 Original que teria as seguintes paradas: Estação Cocotá, Estação Jardim Guanabara, Estação Aeroporto Internacional, Estação UFRJ, Estação Rodoviária Novo Rio, Estação Carioca e Estação Aeroporto Santos Dumont.

Para a licitação da Linha 5 (Gávea - Carioca), o Governo do Estado já conversou com sete consórcios construtores de três países que consistem de 21 empresas interessadas na obra.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Nova Licitação para o que Já Existe

No começo de Julho, a Secretaria Estadual de Transportes publicou, no Diário Oficial, o edital de licitação para escolher a empresa que vai elaborar o projeto para a expansão da rede do metrô para os próximos 30 anos. A ganhadora terá um ano para apresentar os estudos de uso do solo, demanda e viabilidade para implantação de novas linhas no sistema de transporte subterrâneo no Rio de Janeiro. O custo para fazer este levantamento está estimado em R$ 4,1 milhões. O dinheiro será financiado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A abertura dos envelopes da concorrência acontecerá em 19 de Agosto. Segundo o órgão, o Plano Diretor Metroviário da Região Metropolitana engloba os municípios de Itaboraí, Niterói, Rio Bonito, Rio de Janeiro, São Gonçalo, além de toda a Baixada Fluminense.

A idéia não é nova. O estado já tem planos diretores do metrô. O primeiro foi elaborado em 1968. Tivemos atualizações nas décadas de 70, 80 e 90. Infelizmente, nem o primeiro foi concluído e as Linhas 1 e 2 são muito menores do que seus projetos originais, quando o Rio tinha uma população bem menor do que tem hoje.

De todos os projetos lidos e analisados para o metrô do Rio de Janeiro, os projetos originais elaborados pela Rio Trilhos nos anos 80 ainda são os melhores. Este blog defende, conforme ilustrado no mapa acima:

Linhas Prioritárias:
1) Conclusão da Linha 1 Circular: As estações da "Linha 4" em construção deverão ser incorporadas pela Linha 1. São elas a Estação Praça Nossa Senhora da Paz, Estação Jardim de Alah, Estação Antero de Quental e Estação Gávea. A Estação Uruguai seria conectada à Estação Gávea. A Linha 1 também ganharia a Estação Morro de São João, que está semi-pronta.

2) Conclusão da Linha 2 Centro: Ligação entre Estácio e Barcas com a construção da Estação Catumbi, Estação Praça da Cruz Vermelha, Estação Carioca e Estação Praça XV.

3) Conclusão da Linha 4 Original: Com as mudanças na Linha 1, a Linha 4 teria apenas a Estação Gávea, a Estação São Conrado e a Estação Jardim Oceânico. Em sua ponta Oeste, ela ganharia a Estação Shopping Downtown, Estação Città América, Estação Barra Shopping, Estação Nova Ipanema e Estação Alvorada. Em sua ponta sul, ela ganharia a Estação Jockey Club Brasileiro, Estação Jardim Botânico, Estação Humaitá, Estação Dona Marta, Estação Botafogo, Estação Laranjeiras e Estação Carioca.

Outras Linhas:
1) Conclusão Linha 2 Baixada: A Estação Pavuna deixaria de ser terminal. Seriam construídas a Estação Vila Rosali, Estação Agostinho Porto, Estação Coelho da Rocha e Estação Belford Roxo.

2) Linha 2A: Estação Trevo das Margaridas, Estação Avenida Brasil e Estação Colégio.

3) Linha 3: Sob a Baía de Guanabara, o Rio de Janeiro seria interligado a Niterói. A Linha 3 também passaria por São Gonçalo e Itaboraí. As Estações seriam: Carioca, Praça Araribóia, Jansen de Mello, Barreto, Neves, Vila Laje, Paraíso, Parada Quarenta, Zé Garoto, Mauá, Antonina, Nova Cidade, Alcântara, Jardim Catarina, Guaxindiba, Itambi e Visconde de Itaboraí.

4) Linha 5: Estação Cocotá, Estação Jardim Guanabara, Estação Aeroporto Internacional do Galeão, Estação UFRJ, Estação Rodoviária Novo Rio, Estação Carioca e Estação Aeroporto Santos Dumont.

5) Linha 6: Estação Aeroporto Internacional do Galeão, Estação Penha, Estação Vila da Penha, Estação Irajá, Estação Madureira Shopping, Estação Campinho, Estação Taquara, Estação Jacarepaguá, Estação Cidade de Deus, Estação Casa Shopping, Estação Shopping Via Parque, Estação Hospital Lourenço Jorge e Estação Alvorada.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Votar em Quem?

Após pesquisa na internet, eis as principais promessas dos candidatos ao Governo do Estado em relação ao metrô.

É importante ressaltar que o PMDB destruiu o plano básico de extensão do metrô e pelas promessas de Pezão vai continuar a fazê-lo. Aliás, são muitas promessas para um estado falido. Quem dera fosse verdade!

Transformar os trens em metrô de superfície, como Crivella promete, não vai mudar nada para a população. Pior: vai gastar-se muito dinheiro trocando os trilhos que têm bitolas diferentes e comprando centenas de novas composições. Tudo isso, para que?

As propostas de Garotinho, Dayse Oliveira, Lindbergh e Ney Nunes são bastante razoáveis.

A grande verdade é que o metrô do Rio de Janeiro precisa urgentemente concluir os cerca de 3 quilômetros entre a Estação Estácio e a Estação Praça XV, passando pela Estação Catumbi, Estação Praça da Cruz Vermelha e Estação Carioca. Essa é a grande obra prioritária de quem quiser fazer um bem para o metrô. Ele vai desafogar as Linhas 1, 2 e 4 que estão abarrotadas de gente por causa da Linha 1A e vai facilitar a futura ligação metroviária com Niterói.

Resumo das propostas para o metrô fluminense:

Anthony Garotinho (PR): Levar o metrô até a Baixada Fluminense, Niterói e São Gonçalo.

Dayse Oliveira (PSTU): Estatização do metrô.

Lindbergh Farias (PT): Estender a Linha 4 da Estação Jardim Oceânico até a Estação Alvorada.

Luiz Fernando Pezão (PMDB): Estender a Linha 1 entre a Estação Uruguai e o Méier; estender a Linha 4 da Estação Jardim Oceânico ao Recreio; construir a Linha 4 original, agora chamada de Linha 5 entre a Estação Gávea e a Estação Carioca; estender a Linha 2 entre a Estação Estácio e a Estação Praça XV.

Marcelo Crivella (PRB): Deseja transformar o sistema ferroviário em metrô de superfície.

Ney Nunes (PCB): Estatização do metrô e levá-lo do Rio de Janeiro a Niterói e São Gonçalo.

Tarcísio Motta (PSOL): Expansão do metrô entre a Zona Norte e Jacarepaguá; entre o Rio de Janeiro e Itaboraí; e fazer a ligação Gávea - Uruguai, tornando a Linha 1 circular.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Entramos na Estação Nossa Senhora da Paz

A convite do Consórcio Linha 4 Sul entramos no domingo 31 de Agosto na Estação Nossa Senhora da Paz. A estação encontra-se praticamente pronta. De obra mesmo, falta construir o mezanino, que só poderá ser construído após a passagem do tatuzão (possivelmente no final de Outubro). Falta também o acabamento, como pinturas, bilheterias, sala de controle, escadas rolantes, colocação dos trilhos etc.








segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Comparação Entre Rio e Xangai (China)

Estudo feito por Francisco Dias compara os sistemas metroviários das duas metrópoles numa escala de 5 km. Vejam o resultado:

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Metrô de Xangai (China)

Do Brasil, falamos de Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Recife (PE), Salvador (BA), São Paulo (SP) e Teresina (PI).

Nas Américas, falamos de Buenos Aires (Argentina), Chicago (Estados Unidos), Cidade do México (México), Cidade do Panamá (Panamá), Nova Iorque (Estados Unidos), Santo Domingo (República Dominicana) e Vancouver (Canadá).

Da Europa, falamos do de Copenhague (Dinamarca), Estocolmo (Suécia), Frankfurt (Alemanha), Lisboa (Portugal), Madrid (Espanha), Milão (Itália), Moscou (Rússia), Paris (França), Sevilla (Espanha), Sochi (Rússia) e Viena (Áustria)

Da Ásia, falamos de Doha (Qatar), Dubai (Emirados Árabes), Mecca (Arábia Saudita), Nova Déli (Índia), Pyongyang (Coréia do Norte), Tashkent (Uzbequistão) e Tóquio (Japão).

Da África, falamos de Argel (Argélia) e Cairo (Egito).

Chegou a hora de falarmos do metrô de Xangai (China), que é tão popular nas redes sociais. Ele foi inaugurado somente em 28 de Maio de 1993, catorze anos após o metrô fluminense. Vinte e um anos mais tarde, em quanto o Rio praticamente nada construiu, a grande cidade chinesa construiu um total de 538 quilômetros de trilhos, espalhados por 14 linhas.

Mas quem disse que parou em Xangai? As obras continuam a todo vapor. Em 2020, espera-se que esta cidade tenha 22 linhas operando em 877 quilômetros de trilhos. Outras cinco expansões já estão previstas para começarem a partir de 2020. Incrível, não?

A foto é do mapa de 2020.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Diagramas Originais da Estação Carioca

Vejam como era para se dar o cruzamento de linhas de acordo com o projeto executivo da Companhia do Metropolitana, publicado nos anos 70:




quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Metrô de Argel (Argélia)

Do Brasil, falamos de Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Recife (PE), Salvador (BA), São Paulo (SP) e Teresina (PI).

Nas Américas, falamos de Buenos Aires (Argentina), Chicago (Estados Unidos), Cidade do México (México), Cidade do Panamá (Panamá), Nova Iorque (Estados Unidos), Santo Domingo (República Dominicana) e Vancouver (Canadá).

Da Europa, falamos do de Copenhague (Dinamarca), Estocolmo (Suécia), Frankfurt (Alemanha), Lisboa (Portugal), Madrid (Espanha), Milão (Itália), Moscou (Rússia), Paris (França), Sevilla (Espanha), Sochi (Rússia) e Viena (Áustria)

Da Ásia, falamos de Doha (Qatar), Dubai (Emirados Árabes), Mecca (Arábia Saudita), Nova Déli (Índia), Pyongyang (Coréia do Norte), Tashkent (Uzbequistão) e Tóquio (Japão).

Da África, falamos do Cairo (Egito).

Chegou a hora de falarmos do metrô da linda Argel, capital da Argélia. Trata-se de um tímido sistema metroviário, totalmente integrado aos bondes e aos trens suburbanos de maiores distâncias. Atualmente são apenas dez estações em dez quilômetros de trilhos. Outras quatro estão em construção.