segunda-feira, 28 de julho de 2014

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Estudo de Viabilidade do Metrô do Rio de Janeiro

Publicado em 1968, o Estudo de Viabilidade do Metrô do Rio de Janeiro está disponível na Biblioteca Nacional.

Nele, são apresentados diversos estudos que confirmam a viabilidade do metrô fluminense. A Linha 1 começaria na Estação Praça Nossa Senhora da Paz, cortaria a Zona Sul, Centro, Zona Norte e terminaria na Zona Oeste. A Linha 2, começaria na Estação Belford Roxo e terminaria na Estação Guaxindiba.

Como o crescimento da cidade do Rio de Janeiro e o desenvolvimento de diversos bairros e municípios vizinhos, hoje defende-se uma Linha 1 circular entre a Estação Uruguai e a Estação Gávea; a construção da Linha 4 para a Zona Oeste; a Linha 5 entre o Aeroporto Internacional e o Centro; a Linha 6 entre a Ilha do Governador e a Zona Oeste; a Linha 7 em Icaraí; e uma Linha 8 ligando a Estação Uruguai ao Méier.

Gostaríamos de agradecer a Atilio Flegner pela colaboração.
 






terça-feira, 22 de julho de 2014

Moradores de Ipanema e Leblon com Medo

Os moradores de Ipanema e Leblon estão morrendo de medo com as obras da Linha 4 na Zona Sul. Foi por isso que três associações de moradores do Leblon organizaram um encontro entre especialistas e moradores para discutir o problema das obras e o risco de desabamento dos prédios. Confira o video do evento:


segunda-feira, 21 de julho de 2014

Metrô Chega Amanhã, Finalmente, a Ipanema

Em 20 de Dezembro de 2009, O Globo publicava que no dia seguinte a Estação General Osório seria inaugurada. A estação de Ipanema fazia parte da Linha Prioritária prevista para ser inaugurada em 1979. Foram trinta anos de espera e ainda construíram a mesma em local errado.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

O Metrô Chegaria a Niterói

A matéria do jornal O Dia dos anos 90 explica como seria viabilizada a construção das Linhas 2 e 3 (que na verdade seriam uma só) entre os municípios de Rio de Janeiro, Niterói e São Gonçalo.

Como todos sabem, até hoje......nada!


quinta-feira, 10 de julho de 2014

Trem Chinês Não Agüenta 8 Carros

Bomba! Bomba! Os trens chineses comprados por uma fortuna e entregues com toda a pompa pelo Governador Sérgio Cabral não têm capacidade. para transportar 8 carros!

Ou seja, a Linha 2, que tem plataformas para trens com 8 carros, jamais poderá aproveitar os trens chineses novos. Se um dia a Linha 2 voltar a ser independente da Linha 1, terá que usar as composições velhas.

Os carros dos trens chineses não têm tração e logo, os carros A não têm força suficiente para puxar tantos carros.

Mais um absurdo do Governo do Estado!

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Metrô da Cidade do Panamá (Panamá)

Do Brasil, falamos de Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Recife (PE), Salvador (BA), São Paulo (SP) e Teresina (PI).

Nas Américas, falamos de Buenos Aires (Argentina), Chicago (Estados Unidos), Cidade do México (México), Nova Iorque (Estados Unidos), Santo Domingo (República Dominicana) e Vancouver (Canadá).

Da Europa, falamos do de Copenhague (Dinamarca), Estocolmo (Suécia), Frankfurt (Alemanha), Lisboa (Portugal), Madrid (Espanha), Milão (Itália), Moscou (Rússia), Paris (França), Sevilla (Espanha), Sochi (Rússia) e Viena (Áustria)

Da Ásia, falamos de Doha (Qatar), Dubai (Emirados Árabes), Mecca (Arábia Saudita), Nova Déli (Índia), Pyongyang (Coréia do Norte), Tashkent (Uzbequistão) e Tóquio (Japão).

Da África, falamos do Cairo (Egito).

Chegou a hora de falarmos do primeiro metrô da América Central: construído pela brasileira Oderbrecht junto com a espanhola FCC, a Cidade do Panamá ganhou sua primeira linha de metrô que tem um trecho subterrâneo e outro em superfície.

O metrô foi inaugurado no último 05 de Abril. São 14 quilômetros de trilhos e 13 estações num investimetno de 2 bilhões de dólares. A linha liga o bairro de San Miguelito ao terminal rodoviário de Albrook.

A Estação de Los Andes é terminal temporariamente. Já foi aprovada a extensão para a Estação San Isidro.

Este ano será licitada a Linha 2 com previsão de inauguração em 2017.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Aguardando a Liberação do Tráfego à Frente

Por que o seu trem fica parado entre os túneis? Porque em vez de construírem a Linha 2, o Governo Sérgio Cabral preferiu construir a Linha 1A injetando trens da Linha 2 nos trilhos da Linha 1. Além dos intervalos de trens passarem a ser menores e as paradas nos túneis, a Linha 2 passou a circular com trens de 6 vagões, em vez de 8.




segunda-feira, 30 de junho de 2014

Cronologia do Lote 29

A cronologia do que foi feito ano a ano para a conclusão da Linha 2.

Cronograma:
1968: Primeiro mapa do metrô do Rio de Janeiro mostra a Linha 2 entre a Estação Belford Roxo e a Estação Praça Araribóia. O lote 29 seria composto pelo seguinte trecho: Estação Estácio - Estação Catumbi - Estação Praça da Cruz Vermelha e Estação Carioca.

Anos 70: O metrô decide substituir a Estação Catumbi pela Estação Praça XV. O novo trecho da Linha 2 no Centro passa a ser: Estação Estácio - Estação Praça da Cruz Vermelha - Estação Carioca - Estação Praça XV.

1987: Metrô define as estações restantes da Linha 2: Estação Praça da Cruz Vermelha, Estação Carioca e Estação Praça XV. O tatuzão (shield) escavará entre a Estação Estácio e a Estação Praça da Cruz Vermelha. O restante do trecho será feito pelo método cut and cover.

1988: Início da construção do túnel da linha 2 no Estácio, em direção à Estação Carioca (Lote 29). No trecho Estação Estácio - Estação Praça XV foram iniciados os serviços preliminares de instalação de canteiros de obras e implantação de desvios de tráfegos; e a montagem do shield (tatuzão) no trecho Estação Estácio – Estação Praça da Cruz Vermelha, cujo início da operação estava previsto para fevereiro de 1989.

1989: A obra na Estação Praça da Cruz Vermelha foi iniciada, com a execução do remanejamento da rede de serviços públicos, logo depois paralisada. No Estácio o tatuzão da construtora Camargo Corrêa estava pronto para iniciar os trabalhos de escavação da expansão da Linha 2, quando as obras foram suspensas. As obras de expansão da Linha 1 para Ipanema e da Linha 2 para a Praça XV foram interrompidas em função da Resolução n° 1469 do Banco Central que não permitiu o aumento do endividamento dos Estados e Municípios. No trecho Estação Estácio - Estação Praça XV, as obras se desenvolveram em 3 frentes, tendo sido realizados serviços de remanejamento da rede de serviços públicos, a cravação de perfis metálicos, e a conclusão do poço de partida do equipamento shield, no Estácio.

1990: No trecho Estácio - Carioca foram concluídas as obras de reforço do túnel NATM, junto ao Hospital da Polícia Militar. Apenas 12 metros de túnel foram escavados entre a Estação Estácio e a Estação Praça da Cruz Vermelha.

1992: Tapumes são retirados da Praça da Cruz Vermelha e da Avenida Mem de Sá.

1999: Governador anuncia intenção de levar a Linha 2 até a Estação Carioca.

2000: Mapa do Metrô Rio divulga Linha 2 com linhas pontilhadas entre Estácio - Praça da Cruz Vermelha e Carioca.

2003: Sérgio Cabral é eleito Governador prometendo terminar a Linha 2.

2006: Metrô Rio divulga planejamento das expansões. A Linha 2 ganharia o trecho Estácio - Praça XV via Praça da Cruz Vermelha e Carioca.

2007: Metrô Rio divulga mapa de como seria a rede metroviária com as novas expansões previstas até 2009. A conclusão da Linha 2 estava lá.

2009: Em vez de terminar a Linha 2, o Governador Sérgio Cabral decide construir a Linha 1A colocando os trens da Linha 2 nos trilhos da Linha 1. A Linha 1A foi inaugurada no final do ano.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Novo Nome para Estação em São Conrado

Agora ela se chamará Estação São Conrado / Rocinha.

Uma pena que São Conrado ganhará apenas uma estação de metrô. Num bairro comprido como este, uma grande parte do bairro se quiser pegar metrô terá que usar ônibus.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Cronologia da Estação Morro de São João

A Estação Morro de São João ainda não foi totalmente construída. Vamos cobrar sua inauguração dos candidatos a governador.

Cronograma:
Anos 70: O projeto da Linha 1 do metrô fluminense é definido e o bairro de Botafogo seria atendido por duas estações de metrô: a Estação Botafogo, localizada na Marquês de Abrantes, e a Estação Mourisco, localizada na quadra da escola de samba São Clemente.

1981: A Companhia do Metropolitano renomeia a Estação Mourisco para Estação Botafogo. A Estação Marquês de Abrantes não é construída, pois ela foi considerada muito próxima da Estação Flamengo. A Estação Botafogo é inaugurada. O metrô fica com o terreno na Rua Marquês de Abrantes e também possui um terreno na Rua Álvaro Ramos.

1987: A Companhia do Metropolitano elabora o Estudo Preliminar de Expansão do Metrô para
Copacabana, onde também é analisada a implantação de uma estação sob o Morro de São João, atendendo ao centro comercial Rio Sul. No mesmo ano a construtora CBPO apresenta o relatório Planejamento Básico – Projeto Metrô Copacabana, da expansão do Metrô de Botafogo até a Praça General Osório, com cronogramas e planos de obras. O contrato de construção de obras civis é firmado com a construtora Andrade Gutierrez S.A., através do contrato 1027/87.

1988: São realizados estudos de viabilidade para implantação da Estação Fazenda Botafogo, localizada entre Coelho Neto e Acari, e Estação Morro de São João, situada sob o Morro de São João em Botafogo.

1988: A Promon Engenharia elabora uma estudo para construção da estação São João, permitindo o acesso ao centro comercial Rio Sul. No mesmo ano a Companhia do Metropolitano elabora um Estudo de Viabilidade da Implantação da Estação Morro de São João, com acesso pela rua Álvaro Ramos.

1989: A Brascan, dona do Centro Comercial Rio Sul, negociou com o estado a construção da Estação Morro de São João. As obras de expansão da Linha 1 para Ipanema e da linha 2 para a Praça XV foram interrompidas em função da Resolução n° 1469 do Banco Central que não permitiu o aumento do endividamento dos Estados e Municípios. No trecho Botafogo - General Osório as obras foram atacadas em 7 frentes distintas, destacando-se a extração de 90 mil m³ de rocha e a concretagem de 10 mil m³.

1990: O estudo é complementado pela mesma equipe da Companhia.

1994: Centro Comercial Rio Sul negocia com o estado a construção da estação, após o estado ter desistido da obra por motivo de economia.

1995: Novo estudo foi feito para a construção da Estação Morro de São João. Não houve acordo entre Brascan e Estado para a construção da estação e o metrô foi direto para Copacabana. No entanto, o esqueleto da Estação Morro de São João foi feito. Ao andar no metrô, é possível ver as plataformas e os buracos de acesso à mesma.

1997: Em 25 de setembro de 1997, moradores de Botafogo, munidos de tochas, realizam protesto a favor da construção de nova estação na rua Álvaro Ramos, promessa do Governo do Estado.

1998: O trajeto Estação Morro de São João - Estação Jardim Oceânico, parte da Linha 4, é licitado. A Estação Morro de São João receberia trens da Linha 1 e da Linha 4.

2007: O estado renova a concessão por 30 anos com o Metrô Rio. A concessionária passa a ter a opção de construir a Estação Morro de São João. Não há obrigação.

2009: Abaixo-assinado solicitando a construção da estação com 20 mil assinaturas é entregue ao Governo do Estado. A Brascan anuncia que construiria a Estação Morro de Sâo João em seis meses e o escritório de arquitetura de Jaime Lerne desenha como ficarão as passarelas subterrâneas que ligarão o centro comercial à estação.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Iniciada a Construção de Atalho no Metrô

Em 14 de Janeiro de 2008, o Globo anunciava o início da construção da Linha 1A, que passaria a colocar os trens da Linha 2 nos trilhos da Linha 1 entre a Estação Central e a Estação Botafogo.

O projeto da Linha 1A foi um grave erro do Governo Estadual. Ele visava substituir o fim da construção da Linha 2, que teria a Estação Catumbi, Estação Praça da Cruz Vermelha, Estação Carioca e Estação Praça XV. Com a Linha 1A, foi construída a Estação Cidade Nova. Hoje, os trens páram toda hora nos túneis "devido ao tráfego à frente".

A conclusão da Linha 2 tinha sido uma promessa do então candidato Sérgio Cabral Filho ao Governo do Estado. Quem economizou com a obra da Linha 1A, muito mais barata do que concluir a Linha 2, foi a concessionária Metrô Rio. Uma desculpa esfarrapada que freqüentemente foi usada para a construção deste atalho foi o fim da baldeação na Estação Estácio.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Metrô de Viena (Áustria)


Publicamos aqui matérias de metrôs do Brasil e do Mundo.

Do Brasil, falamos de Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Recife (PE), Salvador (BA), São Paulo (SP) e Teresina (PI).

Nas Américas, falamos de Buenos Aires (Argentina), Chicago (Estados Unidos), Cidade do México (México), Nova Iorque (Estados Unidos), Santo Domingo (República Dominicana) e Vancouver (Canadá).

Da Europa, falamos do de Copenhague (Dinamarca), Estocolmo (Suécia), Frankfurt (Alemanha), Lisboa (Portugal), Madrid (Espanha), Milão (Itália), Moscou (Rússia), Paris (França), Sevilla (Espanha) e Sochi (Rússia).

Da Ásia, falamos de Doha (Qatar), Dubai (Emirados Árabes), Mecca (Arábia Saudita), Nova Déli (Índia), Pyongyang (Coréia do Norte), Tashkent (Uzbequistão) e Tóquio (Japão).

Da África, falamos do Cairo (Egito).

Chegou a hora de falarmos do Metrô de Viena (Áustria).

O Metrô de Viena ganhou em 2013 três novas estações e 4,2 quilômetros. Agora, ao todo são 104 estações, em 80 quilômetros de cinco linhas. Cerca 1,3 milhão de pessoas utilizam o metrô de Viena por dia.

O projeto básico de seu metrô foi concluído em 1967 e as obras começaram em 1969. Somente em 1978, o metrô de Viena foi inaugurado.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Metrô de Brasília (DF)

Publicamos aqui matérias de metrôs do Brasil e do Mundo.

Do Brasil, falamos de Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Recife (PE), Salvador (BA), São Paulo (SP) e Teresina (PI).

Nas Américas, falamos de Buenos Aires (Argentina), Chicago (Estados Unidos), Cidade do México (México), Nova Iorque (Estados Unidos), Santo Domingo (República Dominicana) e Vancouver (Canadá).

Da Europa, falamos do de Copenhague (Dinamarca), Estocolmo (Suécia), Frankfurt (Alemanha), Lisboa (Portugal), Madrid (Espanha), Milão (Itália), Moscou (Rússia), Paris (França), Sevilla (Espanha) e Sochi (Rússia).

Da Ásia, falamos de Doha (Qatar), Dubai (Emirados Árabes), Mecca (Arábia Saudita), Nova Déli (Índia), Pyongyang (Coréia do Norte), Tashkent (Uzbequistão) e Tóquio (Japão).

Da África, falamos do Cairo (Egito).

Chegou a hora de falarmos do de Brasília (DF), que foi inaugurado em 2001.

O Metrô de Brasília (DF) é o segundo maior do país, perdendo apenas para o de São Paulo. Ele abrange os municípios de Ceilândia, Águas Claras e Taguatinga, Samambaia, Guará e corta o Distrito Federal.

Ao todo são duas linhas, 24 estações e 42,38 quilômetros de extensão. As duas linhas compartilham um trecho inicial de 19,19 quilômetros e depois se bifurcam em Y.

O Metrô de Brasília já tem outras três estações prontas que ainda não entraram em funcionamento e está construindo outras cinco.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Estação Carioca Linha 4

O projeto da plataforma da Linha 4 na Estação Carioca levou em consideração a possibilidade de baldeção entre as Linhas 1 e 2. Ou seja, o projeto não interferiu nas plataformas já existentes destas outras duas linhas.

O mapa ao lado mostra quatro possíveis localizações para esta plataforma da Linha 4 sendo que ela seria totalmente interligada à estrutura já existente da atual Estação Carioca.

Apesar do projeto conceitual terminar a Linha 4 na Estação Carioca, não se trata de seu fim definitivo. O projeto deixa claro a possibilidade de extensões a serem definidas por futuros governos. As duas mais aceitas são em direção ao porto e em direção à Praça da Cruz Vermelha.

Segundo o projeto conceitual também, uma vez o tatuzão chegando à plataforma da Linha 4 na Estação Carioca, ele seria desmontado e remontado na plataforma da Linha 2 e aí seriam construídas a plataforma da Linha 2 na Estação Carioca, a Estação Praça da Cruz Vermelha, a Estação Catumbi e o túnel terminaria na plataforma da Linha 2 na Estação Estácio.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Estação Santa Teresa

Após a Estação Laranjeiras o traçado deste projeto segue pelo maciço rochoso. A Estação Santa Teresa ficará dentro da rocha. No entanto, sua entrada será através do Largo do Curvelo. O passageiro descerá até a plataforma da estação através de 17 lances de escada rolante.

Como Santa Teresa já é alimentado pelo sistema de bondes que têm como estação final a Estação Carioca, é totalmente desnecessária esta estação.

Se fosse para construir uma estação intermediária entre a Estação Laranjeiras e a Estação Carioca do metrô, que fizessem uma Estação Riachuelo.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Estação Laranjeiras

A melhor opção encontrada para a Estação Laranjeiras é na antiga sede da IESA, ao lado da Rua das Laranjeiras e do Fluminense Football Club.

O projeto prevê que os trens cheguem à Estação Laranjeiras através da Estação Dona Marta. Entre elas, deveria haver uma parada na Praia de Botafogo, seja na Estação Botafogo, seja na Estação Morro de São João para permitir a baldeação entre linhas.

sábado, 7 de junho de 2014

Estação Dona Marta

A Estação Dona Marta é mais uma estação planejada para o bairro de Botafogo.

No entanto, ela é muito próxima da Estação Largo dos Leões. Uma das duas deveria não ser construída.

Melhor seria que a Linha 4 fosse até a Estação Botafogo ou a Estação Morro de São João e dali sim seguisse para a Estação Laranjeiras.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Estação Largo dos Leões

A Estação Largo dos Leões foi pensada para atender não somente moradores mas também a população que freqüenta a Cobal, clínicas, hospitais e comércio da região.

Sua construção seguirá o túnel da Rua Humaitá até o Largo dos Leões. O canteiro de obras ficará na mesma praça para minimizar o impacto no trânsito.

A Estação Largo dos Leões fica muito próxima à planejada Estação Dona Marta. Uma das duas deveria ser substituída pela Estação Botafogo, que recebe atualmente apenas os trens da Linha 1, e poderia receber em seu subsolo trens da Linha 4.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Estação Humaitá

Pelo projeto conceitual da Rio Trilhos, o metrô chegará da Estação Jardim Botânico à Estação Humaitá pelo eixo sob a Rua Jardim Botânico. É a alternativa estudada que menos interfere nos terrenos particulares e será a continuação da escavação até a Jardim Botânico que também seguirá sob a mesma rua.

Duas entradas da estação ficarão na Rua Humaitá e a maior no Espaço Cultural Sérgio Porto.

A previsão de inauguração desta estação é 2020.


quarta-feira, 28 de maio de 2014

Estação Jardim Botânico

A melhor alternativa para a ligação entre a Estação Jockey Club Brasileiro e a Estação Jardim Botânico é pelo eixo da Rua Jardim Botânico. Esta alternativa facilita a profundidade do túnel a ser escavada. Tal profundidade é necessária para minimizar eventuais efeitos sobre a drenagem do terreno (os lençóis freáticos, as raízes das árvores) e possibilitar as estações mais próximas da demanda.

A Estação Jardim Botânico não estava prevista na licitação da Linha 4 de 1998 mas ela é necessária para o transporte de turistas que visitam os parques do bairro e moradores.

A entrada da estação está prevista para ser no estacionamento do Hospital da Lagoa. No entanto, há um litígio entre a construtora João Fortes, gabarito da prefeitura e moradores do bairro. O terreno em frente ao hospital poderia ser usado pelo metrô: seja para canteiro de obras, seja para acesso à estação.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Estação Jockey Club Brasileiro

Em 2016, o Tatuzão terá chegado à Estação Gávea. Ele será desmontado ainda no túnel e será remontado no túnel da ligação Estação Jockey Club Brasileiro - Estação Jardim Botânico. De lá, o projeto da Rio Trilhos é que o tatuzão faça a escavação até a Estação Carioca.

Segundo os estudos da empresa, o túnel entre a Estação Gávea e a Estação Jockey Club Brasileiro será feito através da Rua dos Oitis em NATM em rocha e posteriormente em NATM em solo. A Estação Jockey Club Brasileiro ficaria na Praça Santos Dumont.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Os Planos da Concessionária em 2005

Em 2005, a concessionária Metrô Rio publicou em seu site os seus planos de expansão para tornar as Linhas 1 e 2 as mais rentáveis possíveis.

Neste projeto, a Linha 1 ganharia a Estação Morro de São João, a Estação General Osório, a Estação Uruguai, a Estação Praça Sachet, a Estação Grajaú, a Estação Barão do Bom Retiro e a Estação Méier. Destas, até o momento, apenas a Estação General Osório e a Estação Uruguai foram construídas.

A Linha 1A já fazia planos da concessionária, colocando os trens da Linha 2 na Linha 1. Isso foi feito e também construíram a Estação Cidade Nova, como previsto no mapa em anexo.

No projeto de 2005, apesar da Linha 1A, a concessionária também pretendia levar a Linha 2 até as barcas. Seriam construídas a Estação Praça da Cruz Vermelha, a Estação Carioca e a Estação Praça XV. Nada disso foi feito. Na outra ponta, ela desejava construir a Estação Vila Rosali, a Estação Agostinho Porto, a Estação Coelho da Rocha e a Estação Belford Roxo. Nada foi feito.

A concessionária também pretendia construir a Linha 2A. A Estação Colégio seria ampliada para receber outra plataforma. Também seriam construídas a Estação Avenida Brasil e a Estação Trevo das Margaridas. Nada disso foi feito.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Os Trilhos do Metrô do Rio

Ao lado temos o diagrama feito por Atílio Flegner dos trilhos do metrô do Rio de Janeiro.

Um dos detalhes interessantes do mapa é que ele mostra como é feita a sinalização em cada trecho do sistema. CML é a sinalização manual, usada ao longo de toda a Linha 2 e nos extremos da Linha 1. CML significa Comando Manual Livre e por ele o condutor tem liberdade de atingir qualquer velocidade. Essa condução é de alto risco para os passageiros. Ao longo de grande parte da Linha 1 temos o ATO (Automatic Train Operation). Neste sistema o condutor opera apenas as portas. A aceleração e a freada são feitas pelo piloto automático. Entre a Estação Cantagalo e a Estação Siqueira Campos temos o CMC (Comando Manual Controlado). Neste sistema, o condutor continua tendo que acelerar e frear, mas o trem "lê" a sinalização da via e não deixa o condutor passar da velocidade permitida. Esta leitura é feita quando o trem passa sobre tapetes especiais colocados sob a via. O do Rio é o PA135. Existe também o CTBC, onde os trens operam sem condutor mas este sistema não existe no Rio de Janeiro.

O Rio de Janeiro deveria investir na modernização da sinalização. Todo o trecho operado em CML deveria ser substituído por pelo menos modernos CBTCs, não o PA135, que já é ultrapassado.

Ao longo das Linhas 1 e 2, é possível ver diversos trilhos extras. Eles servem para armazenar trens e injetá-los nas vias em horários de maior movimento. Entre a Estação Del Castilho e a Estação Maria da Graça é possível ver um estacionamento de trens. Depois do Centro de Manutenção, é o maior pátio de estacionamento de trens no sistema metroviário da cidade.

O Centro de Manutenção da Linha 2, que era para ter sido construído entre a Estação Acari e a Estação Rubens Paiva, nunca foi construído.