sexta-feira, 20 de maio de 2011

Movimento Metrô que o Rio Precisa

O Movimento Metrô que o Rio Precisa defende a construção de uma malha metroviária para o Rio de Janeiro. A saber:

Linha 1:
Conclusão do anel circular da Linha 1 com as estações: Uruguai (obras em andamento), Praça Nossa Senhora da Paz, Jardim de Alah, Antero de Quental e Gávea. Também defende a conclusão das obras da Estação Morro de São João, em Botafogo.

Linha 2:
Conclusão da Linha 2 sentido Centro com as estações Praça da Cruz Vermelha, Carioca e Praça XV. Expansão da Linha 2 em direção à Baixada Fluminense com as estações: Vila Rosali, Agostinho Porto, Coelho da Rocha e Belford Roxo.
Linha 4:
Construção das seguintes estações: Carioca, Laranjeiras, Largo dos Leões, Humaitá, Jardim Botânico, Gávea, São Conrado, Jardim Oceânico, Downtown, Città América, Barra Shopping, Nova Ipanema e Alvorada.

O movimento não esqueceu das outras linhas e bairros, mas como a prioridade do governo é levar o metrô à Barra da Tijuca por causa das Olimpíadas, tornou-se necessária a discussão do metrô na área metropolitana do Rio de Janeiro, até porque, não podemos deixar que a Linha 1 seja extendida eternamente até a Barra formando assim um "linhão". Também há de se levar em conta que a Linha 3 tem uma verba independente da Linha 4 e suas obras não começaram por suspeita de superfaturamento no orçamento.

8 comentários:

  1. Admiro seu interesse no metrô, e acho legal discutirmos alternativas. Só lamento você não apresentar sugestões para o que foi feito para a linha 1A. O que faremos com o viaduto são cristóvão - Cidade Nova? E a estação Cidade Nova?
    Entendo que não se possa deixar de fazer o trecho Estácio - Praça XV, passando pela Pça da Cruz Vermelha, mas não acho inteligente jogar tudo o que foi feito para criar a linha 1A (o que eu acho que foi um erro, mas está aí) no lixo. Precisamos pensar em alternativas que incluam a linha 1A e a Estação Cidade Nova. Acho que isso passa, inclusive, pelo aumento das estações da Linha 1, de forma a permitir que elas recebam composições de 8 vagões, o que considero ideal para a linha 1 circular. Sem contar que permitiria a linha 2 voltar a circular com composições de 8 carros, e ela poderia voltar para Belford Roxo da estação Morro do São João, permitindo a baldeação entre a linha 2 e a linha 4.
    Já defendi em outro comentário uma linha araribóia, Pça XV, Carioca, Pça da Cruz Vermelha, Apoteose, Estácio, São Januário, Caju, UFRJ - Reitoria, UFRJ - CCMN, UFRJ - HU, Galeão e circular pela Ilha. Entendo ser essa a forma de manter no sistema a Estação Cidade Nova. Não ressucitarmos o projeto original e fingir que ela não existe.
    Grande abraço.

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  2. Flávio,

    No meu entender, a Linha 1A poderia continuar existindo em paralelo à Linha 2.

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  3. Acho que não são necessárias 3 estações do metrô no fundão. Acredito que o Plano Diretor 2020 já preveja a implantação do Maglev por toda a cidade universitária. http://www.planeta.coppe.ufrj.br/artigo.php?artigo=891

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  4. Não há nada planejado oficialmente pelo estado pós 2016.

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  5. Desculpe, fui impreciso no meu último post. Referia-me ao Plano Diretor da UFRJ 2020.

    Segundo o documento, para 2016 estão previstas a implantação do Maglev, da linha de trem da SUPERVIA e o transporte hidroviário na Ilha do Fundão.

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  6. Quem garante estas obras? A UFRJ tem este dinheiro?

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  7. Imaginei 3 possibilidades para essa "bizarrice" chamada linha 1A continuar existindo:

    1ª)Como citei anteriormente em outra postagem: reaproveitar este trecho para linha 3 circulando,por enquanto, apenas na região central da cidade (Aeroporto Santos Dumont-Praça XV-Largo da Carioca-Estácio) podendo para tal reformar os antigos carros do pré-metrô e formar composições de 4 vagões.

    2ª)Concordo com o Miguel Gonzalez. Alternar o trajeto da linha 1A existente e o projeto original da linha 2.

    3º)A mais doida: adaptar e transferir o trecho São Cristóvão/Cidade Nova para a SuperVia tornando a estação Cidade Nova uma parada de trem com integração com a estação Estácio utilizando a passarela em frente à Prefeitura (desafogando,desta forma, as estações São Cristóvão e Central) e construir um acesso à Av. Francisco Bicalho em frente à antiga estação Leopoldina, permitindo, futuramente, integrações com o VLT do Zona Portuária e o trem-bala. O problema desta última possibilidade seria a transação entre as concessionárias e a intermediação do governo estadual (leia-se: burocrácia e má-vontade).

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  8. Oi George, como os governos daqui não fazem planejamentos a longo prazo, o mais simples seria mesmo deixar Linha 1, Linha 1A e Linha 2 coexistindo. Mas temos que rezar para alguém concluir a Linha 2. Já são 40 anos de espera!

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