quinta-feira, 16 de junho de 2016

Segurança em Xeque

No final de maio já havíamos tocado no assunto da segurança, conforme link abaixo. De qualquer maneira, os órgãos oficiais começaram a se mexer.

É bom tomar cuidado ao andar pelo novo trecho do metrô. Não há tempo de se testar tudo. O Rio de Janeiro terá o primeiro metrô do mundo inaugurado quase que praticamente sem testes. Em meados de Junho, apenas a Estação Nossa Senhora da Paz foi concluída 100% As demais continuam em obras.

Os trens da Linha 4 foram testados através das Linhas 1 e 2. São quinze trens em circulação desde 2015. Todo o restante da estrutura precisa ser testada.

A matéria do O Globo foi publicada em 09 de Junho de 2016.

Sugiro a leitura do link abaixo:

http://metrodorio.blogspot.com.br/2016/05/quem-vai-assumir-irresponsabilidade.html

6 comentários:

  1. Douglas Vinícius19 de junho de 2016 22:58

    Miguel fingindo um pouquinho do conteúdo postado mas assim caso a linha 2 ganhase sinalização automático que no caso seria aquela esteira que fica no meio do trilho da linha 1 o mesmo alguntaria altas temperaturas e outros coisas da natureza pós a linha 2 e a céu aberto e se tem alguma temperatura de operação pós mt aparelho quando passa começa a apresentar falhas assim como o ar condicionado das composições antigas

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    1. A sinalização automática não tem nada que ver com ar-condicionado.

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    2. Douglas Vinícius20 de junho de 2016 23:04

      sim eu usei o ar-condicionado como exmplo que muitos sabe que todo tipo de aparelhagem eletronica ela tem uma temperatura de operação caso a mesmo for ultrapasada ocorre o desligamento ou a interrupção eu perguntei se a sinalização tem esse tipo de (proteção) pois a mesmo fica no meio do trilho e que se no ar aberto a mesmo ira funcionara sem falhas (graves)

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    3. Douglas, agora entendi. Não acho que a sinalização automática do metrô do Rio tenha esta tecnologia toda. Pelo menos nunca li a respeito.

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  2. Espero que o assunto esteja sendo acompanhado pelos parlamentares estaduais e pelo Ministério Público. Não custa encaminharmos essa preocupação para o Alô Alerj e para a Ouvidoria do MP!

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